Uma menina de 8 anos, Sarah Raissa Pereira de Castro, morreu no Distrito Federal após participar do “desafio do desodorante”, que é uma prática perigosa que circula nas redes sociais. Ela foi encontrada desacordada em casa no dia 10 de abril e, apesar de ter sido reanimada, teve morte cerebral confirmada. Esse desafio envolve inalar aerossol, o que pode causar sérios problemas de saúde. A secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Lilian Melo, informou que 56 crianças morreram no Brasil em desafios online no último ano e anunciou planos para um aplicativo que vai restringir o acesso a conteúdos inadequados para crianças. A Polícia Civil investiga como Sarah teve acesso ao desafio e quem é responsável por sua divulgação. Se for comprovada negligência, os envolvidos podem ser acusados de homicídio, com pena de até 30 anos de prisão. A médica Daniela Santa Rosa Queiroga fez um apelo nas redes sociais, pedindo que os pais orientem seus filhos sobre os riscos desses desafios. O caso de Sarah destaca a necessidade urgente de proteger as crianças de conteúdos perigosos na internet.
Uma criança de 8 anos morreu no Distrito Federal após participar do “desafio do desodorante”, uma prática viral nas redes sociais. Sarah Raissa Pereira de Castro foi encontrada desacordada em casa no dia 10 de abril e, apesar de ser reanimada, teve morte cerebral confirmada. O desafio incentiva a inalação de aerossol, levando a sérias complicações de saúde.
A secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Lilian Melo, revelou que 56 crianças morreram no Brasil em desafios online no último ano. Ela anunciou planos para um aplicativo que restringirá o acesso a conteúdos inadequados para crianças. A proposta visa melhorar a segurança digital, já que a atual verificação etária é considerada insuficiente.
A Polícia Civil do Distrito Federal investiga como Sarah teve acesso ao desafio e quem são os responsáveis pela sua divulgação. Se for comprovada negligência, os envolvidos poderão ser acusados de homicídio duplamente qualificado, com pena de até 30 anos de prisão. O caso levanta preocupações sobre a supervisão familiar e a regulação de conteúdos nas redes sociais.
A médica Daniela Santa Rosa Queiroga fez um apelo nas redes sociais, alertando sobre os perigos dos desafios online. Ela enfatizou a necessidade de os pais orientarem seus filhos sobre os riscos associados a essas práticas. O caso de Sarah destaca a urgência de medidas para proteger crianças de conteúdos potencialmente letais na internet.
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