Um novo artigo na Frontiers in Public Health mostra que músicos têm uma alta taxa de suicídio e destaca a necessidade de ações para ajudar esses profissionais. Os autores, George Musgrave e Dorian Lamis, pedem que se desestigmatize o tema e se protejam os artistas vulneráveis. Dados britânicos indicam que entre 2011 e 2015, músicos, atores e artistas estavam entre as profissões com maior taxa de suicídio, com taxas masculinas 20% e femininas 69% superiores à média da população. Nos Estados Unidos, músicos têm a terceira maior taxa de suicídio por profissão, com 138,7 por 100 mil habitantes. O artigo também menciona que fatores como instabilidade financeira e pressão social afetam a saúde mental dos músicos, e que a romantização do sofrimento artístico contribui para essa situação. Para prevenir o suicídio, os autores sugerem usar o Zero Suicide Framework, envolvendo líderes do setor e capacitando pessoas próximas aos artistas. Intervenções baseadas em evidências, como planos de segurança e terapia ocupacional, são essenciais para melhorar a saúde mental dos músicos e criar um ambiente mais seguro.
Um novo artigo publicado na Frontiers in Public Health revela a alta taxa de suicídio entre músicos, destacando a necessidade de intervenções para apoiar a saúde mental desses profissionais. Os autores, George Musgrave e Dorian Lamis, enfatizam a urgência de ações para desestigmatizar o tema e proteger artistas vulneráveis.
Dados do Departamento Nacional de Estatísticas britânico mostram que, entre 2011 e 2015, músicos, atores e artistas estavam entre as cinco profissões com maior taxa de suicídio. As taxas masculinas eram 20% superiores à média da população, enquanto as femininas eram 69% superiores. Nos Estados Unidos, músicos representam a terceira maior taxa de suicídio por categoria profissional, com 138,7 por 100 mil habitantes.
O artigo também aborda o impacto de fatores de estresse ocupacional, como instabilidade financeira e pressão social, que afetam o bem-estar psicológico dos músicos. A narrativa histórica que romantiza o sofrimento artístico contribui para a normalização dessas tragédias, tornando essencial a mudança cultural no setor.
Para prevenir o suicídio entre músicos, os autores sugerem a implementação do Zero Suicide Framework, que envolve líderes do setor e capacitação de pessoas próximas aos artistas. Intervenções baseadas em evidências, como planos de segurança e terapia ocupacional, são fundamentais para garantir a saúde mental dos músicos e promover um ambiente mais seguro.
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