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Pastores enfrentam aumento de doenças mentais e buscam ajuda profissional nos EUA

Pesquisa recente revela que 26% dos pastores nos EUA enfrentam doenças mentais, com aumento no diagnóstico e maior abertura para discutir o tema.

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Uma pesquisa recente mostrou que 26% dos pastores nos Estados Unidos enfrentaram problemas de saúde mental. Desses, 17% foram diagnosticados e 9% relataram dificuldades sem diagnóstico. Comparado a um estudo de 2014, a porcentagem de pastores lidando com questões emocionais se manteve em 23%, mas o número de diagnósticos aumentou de 12% para 17%. O diretor da Lifeway Research, Scott McConnell, destacou que a pandemia de COVID-19 trouxe desafios à saúde mental e que pastores mais jovens, com menos de 45 anos, são os que mais relatam esses problemas. Além disso, 54% dos pastores conhecem membros de suas igrejas com doenças mentais graves, como depressão e transtorno bipolar. Embora a maioria dos pastores aborde a saúde mental em sermões ou eventos pelo menos uma vez por ano, 37% raramente ou nunca falam sobre o tema no púlpito. A pesquisa indica que os líderes religiosos estão mais abertos a discutir saúde mental do que há oito anos, reconhecendo a importância do apoio emocional nas comunidades.

Uma pesquisa recente da Lifeway revelou que 26% dos pastores nos Estados Unidos enfrentaram doenças mentais. Dentre eles, 17% foram diagnosticados, enquanto 9% não receberam diagnóstico, mas relataram dificuldades. Em comparação com um estudo de 2014, a porcentagem de pastores lidando com problemas emocionais se manteve em 23%, mas o número de diagnósticos aumentou de 12% para 17%.

O diretor executivo da Lifeway Research, Scott McConnell, destacou que durante a pandemia de COVID-19, muitos americanos enfrentaram desafios à saúde mental. Ele observou que pastores mais jovens, com menos de 45 anos, são os que mais relatam ter sofrido de doenças mentais. A pesquisa também revelou que 54% dos pastores conhecem membros de suas igrejas diagnosticados com doenças mentais graves, como depressão e transtorno bipolar.

Embora a maioria dos pastores (seis em cada dez) aborde a saúde mental em sermões ou eventos ao menos uma vez por ano, 37% raramente ou nunca discutem o tema no púlpito. McConnell comentou que, apesar de muitos pastores não terem enfrentado doenças mentais, eles sentem a responsabilidade de ajudar e ensinar sobre o assunto.

A pesquisa sugere uma mudança na cultura, com líderes cristãos mais abertos a discutir saúde mental do que há oito anos. A disposição para abordar esses temas indica um reconhecimento crescente da importância do apoio emocional nas comunidades religiosas.

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