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Casos de sarampo nos EUA chegam a 800, com Texas liderando os registros

Casos de sarampo nos EUA chegam a 800, com Texas liderando. Vacinação insuficiente e desinformação complicam a situação.

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Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos informaram que o número de casos de sarampo subiu para 800 em 25 estados, um aumento em relação aos 712 casos registrados em abril. O Texas é o estado mais afetado, com 597 casos. A maioria das pessoas infectadas não estava vacinada, e 96% dos casos não tinham histórico de vacinação conhecido. Apesar do crescimento no número de infecções, apenas 11% dos pacientes precisaram de hospitalização. Entre os casos, 249 são de crianças menores de cinco anos, com 47 delas internadas. Especialistas destacam que a falta de vacinação e a disseminação de informações falsas sobre tratamentos estão dificultando o controle do surto, e enfatizam a importância da vacinação como forma de prevenção.

Aumento de casos de sarampo atinge 800 nos EUA em 25 estados

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos registraram 800 casos de sarampo até esta sexta-feira (18), em 25 estados do país. O número representa um aumento em relação aos 712 casos confirmados em 10 de abril.

O Texas lidera o número de infecções, com 597 pacientes, seguido pelo Novo México. A agência federal identificou dez surtos da doença somente em 2025, responsáveis por 94% dos casos confirmados.

De acordo com o CDC, a maioria dos pacientes não tinha histórico de vacinação. Em 96% dos casos de sarampo registrados este ano, os indivíduos não foram vacinados ou o status de vacinação era desconhecido.

Apesar do aumento no número de casos, a taxa de hospitalização permanece relativamente baixa, com 11% dos pacientes internados. Entre os casos, 249 são de crianças menores de cinco anos, sendo 47 hospitalizadas.

Especialistas em doenças infecciosas apontam a falta de defesa da vacinação e a disseminação de informações falsas sobre tratamentos como fatores que dificultam o controle do surto. A agência reforça a importância da vacinação como medida preventiva contra a doença.

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