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Sharenting: a exposição excessiva de crianças nas redes sociais gera riscos à saúde mental

Estudo da Universidade Cesumar alerta para os perigos do sharenting e pede políticas públicas para proteger a saúde mental das crianças.

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Um estudo da Universidade Cesumar, em Maringá (PR), alerta sobre os riscos do “sharenting”, que é quando os pais compartilham muitas fotos e informações de seus filhos nas redes sociais. Essa prática pode afetar a saúde mental, a identidade e a segurança das crianças. Especialistas, como o professor Lucas França Garcia, pedem que haja políticas públicas para ajudar os pais a entenderem a importância de proteger a privacidade dos menores. Os riscos incluem problemas de privacidade, exposição a predadores online e o aumento da ansiedade e baixa autoestima nas crianças. A pesquisa busca promover um uso mais responsável das redes sociais e proteger a infância no ambiente digital.

Estudo aponta riscos do ‘sharenting’ e defende políticas públicas

Uma pesquisa da Universidade Cesumar (UniCesumar), em Maringá (PR), alerta para os perigos da exposição excessiva de crianças e jovens nas redes sociais por parte dos pais, prática conhecida como “sharenting”. O estudo ressalta os potenciais impactos negativos na saúde mental, identidade e segurança dos menores.

Especialistas observam que a crescente prática do “sharenting” tem gerado debates na sociedade civil e despertado o interesse da academia. A exposição constante de fotos e momentos íntimos das crianças pode acarretar riscos significativos a longo prazo.

O cientista social e professor de Bioética, Metodologia e Promoção da Saúde, Lucas França Garcia, um dos autores da pesquisa, defende a necessidade de políticas públicas mais eficazes para conscientizar os pais. A conscientização é fundamental para garantir a proteção dos direitos e o bem-estar das crianças no ambiente digital.

De acordo com o estudo, os principais riscos associados ao “sharenting” incluem problemas de privacidade, vulnerabilidade a predadores online e o desenvolvimento de ansiedade e baixa autoestima nas crianças. A privacidade dos menores deve ser protegida, evitando a divulgação de informações pessoais e imagens que possam comprometer sua segurança.

A pesquisa da UniCesumar busca contribuir para o debate sobre o uso responsável das redes sociais e a importância de proteger a infância e a adolescência no mundo digital. O objetivo é promover uma cultura de respeito à privacidade e à dignidade das crianças, garantindo seu desenvolvimento saudável e seguro.

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