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Avanços médicos transformam a vida de adultos com cardiopatias congênitas em Espanha

Avanços médicos e apoio psicológico são essenciais para adultos com tetralogia de Fallot, uma cardiopatia congênita que exige atenção contínua.

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Mais de 120 mil adultos no Brasil vivem com cardiopatias congênitas, como a tetralogia de Fallot, que exige cuidados médicos constantes. Beatriz López, uma enfermeira de 45 anos, nasceu com essa condição e passou por três cirurgias na infância, mas sempre se sentiu saudável e levou uma vida normal. Pedro Redondo, de 57 anos, também teve a mesma condição e passou por uma cirurgia aos três anos, além de uma reoperação em 2023 que melhorou sua saúde. O médico Fernando Sarnago destaca que os avanços na medicina tornaram as cirurgias menos invasivas e com recuperação mais rápida. A Fundação Menudos Corazones trabalha para apoiar pacientes com cardiopatias congênitas, ajudando na transição para cuidados de adultos e oferecendo suporte psicológico. Apesar dos progressos, muitos pacientes ainda enfrentam desafios emocionais e sociais, e a falta de pesquisas específicas para adultos dificulta o acesso a tratamentos adequados. A fundação também promove comunidades de apoio para que os pacientes compartilhem suas experiências.

Cardiopatias Congênitas em Adultos: Avanços Médicos e Desafios Persistem

Em 2025, mais de 120 mil adultos no Brasil convivem com cardiopatias congênitas, alterações estruturais no coração presentes desde o nascimento. A tetralogia de Fallot, uma das mais comuns, exige acompanhamento médico constante, mas os avanços na medicina têm permitido que muitos pacientes alcancem a vida adulta com qualidade.

Histórias de Superação

Beatriz López, enfermeira de 45 anos, nasceu com a tetralogia de Fallot e passou por três cirurgias cardíacas na infância. Ela relata que, apesar das constantes visitas ao hospital, nunca se sentiu uma pessoa doente. “Sempre fui consciente da minha cardiopatia, mas nunca me impediu de ter uma vida normal”, afirma.

Pedro Redondo, de 57 anos, também nasceu com a mesma condição. Sua vida mudou aos três anos, após uma cirurgia no Hospital La Paz. Em 2023, foi reoperado para substituir válvulas cardíacas, melhorando sua condição física após 53 anos.

Evolução da Medicina

O médico Fernando Sarnago, do Hospital 12 de Outubro, em Madri, explica que a tecnologia tem simplificado as intervenções. “Cardiopatias que antes exigiam cirurgia aberta agora podem ser tratadas de forma menos invasiva, com recuperações mais rápidas”, destaca.

Apoio Essencial

A Fundação Menudos Corazones tem atuado na visibilização da realidade dos pacientes com cardiopatias congênitas e na defesa de seus direitos. A coordenadora do programa de jovens e adultos da fundação, María Gutiérrez, ressalta a importância de garantir uma transição adequada da pediatria para as unidades de cardiopatias congênitas do adulto.

Desafios Contínuos

Apesar dos avanços, os pacientes enfrentam desafios sociais e emocionais. O acompanhamento psicológico é fundamental, especialmente devido aos intensos seguimentos médicos e às limitações impostas pela doença. A falta de pesquisa específica para adultos com cardiopatias congênitas também dificulta o acesso a tratamentos adequados.

A fundação Menudos Corazones oferece apoio psicológico, auxílio em questões burocráticas e promove a criação de comunidades de apoio, onde pacientes podem compartilhar experiências e encontrar força para seguir em frente.

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