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Amiga de vítima de envenenamento pede educação sobre álcool em escolas brasileiras

Bethany Clarke, sobrevivente de envenenamento por metanol em Laos, pede educação sobre os riscos do álcool clandestino nas escolas.

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Bethany Clarke, que perdeu a amiga Simone White por envenenamento por metanol durante uma viagem ao Laos, está pedindo ao governo britânico que ensine sobre os riscos do álcool clandestino nas escolas. As duas amigas consumiram vodka em um hostel e adoeceram, inicialmente pensando que era intoxicação alimentar. Simone, de 28 anos, morreu dias depois. Outras cinco pessoas também faleceram após beber no mesmo local. Especialistas alertam que apenas 25 mililitros de metanol podem ser letais, pois esse composto é usado em bebidas ilegais por ser mais barato. Bethany, que se recuperou e vive na Austrália, lançou uma petição para que as escolas incluam informações sobre os perigos do metanol, destacando que um aviso simples poderia evitar tragédias semelhantes.

Bethany Clarke, amiga de Simone White, que faleceu após envenenamento por metanol durante uma viagem ao Laos, está pedindo ao governo britânico que implemente educação sobre os riscos do consumo de álcool clandestino nas escolas. O incidente ocorreu em novembro, quando as duas amigas consumiram shots de vodka em um hostel. No dia seguinte, ambas adoeceram, inicialmente acreditando se tratar de intoxicação alimentar. Simone, de 28 anos, morreu dias depois no hospital.

Cinco outros turistas também morreram após ingerirem bebidas no mesmo local, o Nana Backpackers, em Vang Vieng. Especialistas alertam que apenas 25 mililitros de metanol podem ser fatais. O composto é frequentemente adicionado a bebidas ilegais por ser mais barato que o álcool comum. Bethany relatou que não perceberam a gravidade da situação até estarem em um passeio de caiaque, quando não conseguiam mover os braços.

Após a hospitalização, a equipe médica inicialmente diagnosticou as jovens com intoxicação alimentar. Somente após a sugestão de um amigo, que mencionou a possibilidade de envenenamento por metanol, elas foram tratadas adequadamente. Bethany, que se recuperou completamente e atualmente vive na Austrália, enfatiza a necessidade de conscientização sobre os perigos do álcool clandestino.

Ela lançou uma petição pedindo que as escolas incluam informações sobre os riscos do metanol no currículo. A proposta sugere que os alunos aprendam sobre os perigos do consumo de bebidas ilegais, com um foco em casos como o de Simone. Bethany destaca que um simples aviso poderia ajudar a prevenir tragédias semelhantes.

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