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Mães enfrentam desafios emocionais ao retornar ao trabalho após a licença-maternidade

Apoio psicológico é essencial para mães no retorno ao trabalho, prevenindo afastamentos e melhorando a produtividade nas empresas.

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O retorno ao trabalho após a licença-maternidade é difícil para muitas mulheres, que sentem culpa e ansiedade. Especialistas afirmam que o apoio psicológico é importante nesse momento. O psicólogo Danilo Suassuna diz que muitas mães têm medo de perder o emprego ou não conseguir manter o desempenho. A pressão para voltar logo pode ser grande, fazendo com que algumas deixem os filhos com outras pessoas. Suassuna observa que empresas com creches internas ajudam as mães a se sentirem mais seguras. Railene Rios, gerente de recursos humanos, conta que negociar um horário reduzido foi essencial para sua adaptação, e o apoio psicológico foi fundamental para não abandonar sua carreira. A médica Cilmaria Franco também enfrentou dificuldades, como a pressão para amamentar no trabalho, e fez terapia para equilibrar sua vida profissional e pessoal. Francyelle Soares, bancária e mãe de três, buscou ajuda psicológica durante a gestação e considera esse apoio muito importante. Suassuna defende que as empresas devem investir em assistência psicológica para mães, pois isso pode evitar afastamentos e melhorar a produtividade. Ele acredita que é mais fácil oferecer apoio emocional do que lidar com os problemas que surgem quando as mães não recebem esse suporte.

O retorno ao trabalho após a licença-maternidade é um desafio para muitas mulheres, que enfrentam sentimentos de culpa e ansiedade. Especialistas sugerem que o apoio psicológico é fundamental nesse processo. Danilo Suassuna, psicólogo especializado em reprodução humana assistida, destaca que muitas mães voltam ao trabalho com medo de perder o emprego ou de não conseguir manter o mesmo desempenho.

A pressão para retornar rapidamente ao trabalho pode ser intensa, levando algumas mulheres a deixarem seus filhos sob os cuidados de terceiros. Suassuna observa que empresas que oferecem creches internas ajudam a reduzir o turnover, permitindo que as mães voltem ao trabalho com mais tranquilidade.

Railene Rios, gerente de recursos humanos, compartilha sua experiência ao negociar um horário reduzido após a maternidade. Ela enfatiza que o acompanhamento psicológico foi crucial para sua adaptação. “Sem ele, eu teria abandonado a carreira que construí com tanto esforço”, afirma.

Cilmaria Franco, médica, também relata dificuldades, como a pressão para amamentar enquanto trabalhava. Ela fez terapia contínua para equilibrar sua carreira e maternidade, afirmando que isso foi essencial para lidar com a culpa. Francyelle Soares, bancária e mãe de três filhas, buscou ajuda psicológica durante a gestação e considera o apoio emocional vital para enfrentar o retorno ao trabalho.

Suassuna defende que as empresas devem investir em assistência psicológica para gestantes e mães, prevenindo afastamentos prolongados e melhorando a produtividade. Ele ressalta que é mais fácil investir em apoio psicológico do que lidar com as consequências emocionais que afetam o desempenho profissional. Pequenas ações que incentivem o cuidado emocional podem trazer benefícios significativos tanto para as colaboradoras quanto para as empresas.

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