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Micro-organismos do intestino podem aliviar dor em pacientes com fibromialgia

Micro-organismos intestinais de doadoras saudáveis mostraram potencial promissor no alívio dos sintomas da fibromialgia em ensaio clínico.

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Um estudo com 14 mulheres mostrou que usar micro-organismos intestinais de doadoras saudáveis pode ajudar a melhorar os sintomas da fibromialgia, como dor e ansiedade. A pesquisa foi feita por cientistas do Instituto de Tecnologia de Haifa, em Israel. A fibromialgia causa dor muscular crônica e fadiga, afetando cerca de quatro por cento da população mundial. As participantes tomaram cápsulas com bactérias intestinais e doze delas relataram melhorias nos sintomas. Rina Green, uma das participantes, disse que sua dor diminuiu muito e ela conseguiu voltar a caminhar. Os pesquisadores acreditam que os micro-organismos podem afetar como o corpo percebe a dor. O estudo foi publicado na revista Neuron e é um passo importante para encontrar tratamentos melhores para a fibromialgia.

Um pequeno ensaio clínico com quatorze mulheres revelou que a administração de micro-organismos intestinais de doadoras saudáveis resultou em melhoras significativas nos sintomas de fibromialgia, como dor e ansiedade. A pesquisa foi realizada por cientistas do Instituto de Tecnologia de Haifa, em Israel.

A fibromialgia é uma condição complexa que causa dor muscular crônica e fadiga, afetando até quatro por cento da população global. Estudos anteriores já indicavam que o microbioma intestinal de pacientes com fibromialgia difere do de indivíduos saudáveis. A nova abordagem envolveu a administração de cápsulas com bactérias intestinais de mulheres saudáveis.

Rina Green, uma das participantes do estudo, relatou que sua dor diminuiu substancialmente após o tratamento. Antes, ela enfrentava dores intensas que a impediam de sair da cama. Após a terapia, Green conseguiu voltar a caminhar, algo que não fazia desde o diagnóstico da doença.

Os pesquisadores notaram que doze das quatorze participantes relataram melhorias em sintomas como dor, ansiedade e distúrbios do sono. O estudo, embora pequeno, é considerado encorajador para futuras pesquisas. O co-organizador do ensaio, Amir Minerbi, destacou que os resultados devem ser interpretados com cautela, mas abrem caminho para novas investigações.

A pesquisa também sugere que os micro-organismos intestinais podem influenciar a percepção da dor. Experimentos anteriores mostraram que a microbiota de mulheres com fibromialgia pode afetar o sistema imunológico, levando a uma maior sensibilidade à dor. O estudo foi publicado na revista Neuron e representa um passo importante na busca por tratamentos eficazes para a fibromialgia.

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