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Poluição sonora afeta saúde e qualidade de vida, alertam especialistas sobre riscos

Poluição sonora afeta saúde além da audição; especialistas alertam para riscos de doenças cardiovasculares e transtornos psicológicos.

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A poluição sonora nas cidades está aumentando e afeta a saúde das pessoas, causando problemas como irritação e dificuldade de concentração. Pesquisas mostram que a exposição constante ao barulho pode levar a doenças graves, como problemas cardíacos e psicológicos, além de prejudicar o sono e a saúde digestiva. Sons altos, como de motores e música, ativam hormônios do estresse, resultando em fadiga e irritabilidade. A falta de sono devido ao barulho pode contribuir para obesidade e diabetes. A Organização Mundial da Saúde alerta que mais de um bilhão de jovens e adultos estão em risco de perda auditiva por causa do barulho, incluindo o uso excessivo de fones de ouvido. Existem limites de exposição a sons, como 85 decibéis por até oito horas. Especialistas afirmam que é importante ter políticas para reduzir o barulho. Para se proteger, recomenda-se usar protetores de ouvido em ambientes barulhentos, evitar volumes altos e fazer atividades relaxantes.

A poluição sonora nas áreas urbanas tem se tornado um problema crescente, impactando a saúde auditiva e o bem-estar da população. Estudos recentes revelam que a exposição crônica ao barulho pode resultar em doenças cardiovasculares e transtornos psicológicos, além de afetar a qualidade do sono e a saúde gastrointestinal.

Os sons de motores, buzinas e música alta geram irritação e podem causar danos à saúde além da audição. A otorrinolaringologista Nathália Prudencio explica que ruídos altos e frequentes prejudicam o corpo humano, ativando sistemas que levam à excreção de adrenalina e cortisol, hormônios associados ao estresse. No curto prazo, o barulho provoca irritabilidade, fadiga e dificuldades de concentração. A longo prazo, o risco de hipertensão, infarto e problemas psicológicos aumenta.

A perturbação do sono é um dos efeitos mais prejudiciais da poluição sonora. O ruído noturno fragmenta o sono, dificultando o descanso e contribuindo para problemas como obesidade e diabetes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 1 bilhão de jovens e adultos entre 12 e 35 anos estão em risco de perda auditiva devido à exposição a ruídos, incluindo o uso excessivo de fones de ouvido.

Limites de exposição a sons são estabelecidos: 85 decibéis por até oito horas diárias, 110 decibéis por 30 minutos e 120 decibéis por apenas 15 minutos. A otorrinolaringologista alerta que se for necessário elevar a voz para conversar a um metro de distância, o nível de som é excessivo. O impacto do ruído na saúde é frequentemente subestimado, mas especialistas afirmam que políticas de redução de barulho são essenciais.

Para mitigar os efeitos da poluição sonora, recomenda-se o uso de protetores de ouvido em ambientes barulhentos, evitar volumes altos em músicas e televisão, e implementar isolamento acústico. Técnicas de relaxamento e atividades físicas também ajudam a reduzir os impactos negativos do barulho na saúde.

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