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São Paulo registra sete mortes por dengue, com epidemia em crescimento na cidade

São Paulo registra aumento alarmante de casos de dengue, com sete mortes confirmadas e mais de 35 mil infecções em 2025. A cidade enfrenta epidemia.

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A cidade de São Paulo registrou duas novas mortes por dengue, totalizando sete óbitos desde o início de 2025. As vítimas são um menino de 12 anos e uma mulher de 71 anos, ambos do Jardim Ângela. De janeiro a abril deste ano, foram confirmados 35.503 casos da doença. A primeira morte ocorreu em 30 de janeiro, envolvendo uma menina de 11 anos. Todos os falecidos tinham comorbidades. A Secretaria Municipal da Saúde intensificou ações para combater o mosquito Aedes aegypti nas áreas afetadas. A cidade enfrenta uma epidemia de dengue, com uma taxa de 310,6 casos por 100 mil habitantes, embora a secretaria classifique a situação como de alta transmissão. O Jardim Ângela é a região mais afetada, com 2.727 casos. Desde março de 2024, há um decreto de emergência em saúde por causa da dengue, e em 2025 foram realizadas mais de 3,8 milhões de ações de prevenção, incluindo visitas e campanhas educativas. A vacinação avança, com 342.138 primeiras doses aplicadas. O estado de São Paulo já registrou 514.662 casos de dengue em 2025, uma queda de 59,5% em relação ao ano anterior. O governo liberou R$ 228 milhões para reforçar o combate às arboviroses. Fatores climáticos e novos sorotipos do vírus contribuem para o aumento dos casos, e a população é incentivada a participar das ações de prevenção.

A cidade de São Paulo registrou duas novas mortes por dengue, elevando o total para sete óbitos desde o início do ano. As vítimas são um menino de 12 anos e uma mulher de 71 anos, ambos moradores do Jardim Ângela, na zona sul. Os óbitos foram confirmados na última terça-feira, 22 de abril de 2025, pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

De janeiro a abril de 2025, a capital paulista contabilizou 35.503 casos confirmados da doença. A primeira morte foi registrada em 30 de janeiro, envolvendo uma menina de 11 anos da região de Ermelino Matarazzo. Todos os falecidos apresentavam comorbidades. A SMS informou que ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, foram intensificadas nas áreas afetadas.

Situação Epidemiológica

A cidade entrou em epidemia de dengue, com uma incidência de 310,6 casos por 100 mil habitantes. Apesar disso, a SMS nega que a situação seja epidêmica, classificando-a como de alta transmissão. O Jardim Ângela é a região mais afetada, com 2.727 casos e uma incidência de 780,9.

Desde março de 2024, a capital mantém um decreto de emergência em saúde devido à dengue. Em 2025, foram realizadas mais de 3,8 milhões de ações de prevenção, incluindo visitas domiciliares e campanhas educativas. A vacinação contra a dengue também avança, com 342.138 primeiras doses aplicadas, representando 50,99% do público-alvo.

Medidas de Combate

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo informou que, em 2025, o estado já registrou 514.662 confirmações de dengue, uma queda de 59,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O governo antecipou repasses financeiros para reforçar as ações de combate às arboviroses, totalizando aproximadamente R$ 228 milhões para os municípios.

Fatores climáticos e a introdução de novos sorotipos do vírus são apontados como razões para o aumento dos casos. A população é incentivada a participar das ações de prevenção, que não são responsabilidade apenas da saúde pública, mas de toda a sociedade.

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