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Aquelarre promove educação sexual e combate à violência contra mulheres na República Dominicana

Coletivo Aquelarre enfrenta a violência sexual e a desigualdade na saúde na República Dominicana, enquanto o governo intensifica deportações de haitianos.

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A República Dominicana enfrenta problemas sérios como violência sexual e gravidez na adolescência, especialmente entre mulheres negras e migrantes. O coletivo Aquelarre, criado em 2019, trabalha em Monseñor Nouel para oferecer educação sexual e promover a resistência feminista. Recentemente, o governo aumentou as deportações de haitianos, o que afeta mulheres grávidas. Nathali Encarnación, uma ativista do Aquelarre, compartilhou sua experiência de violência sexual em um workshop do grupo. Uma pesquisa mostrou que 18,6% das mulheres acima de dezoito anos relataram agressão sexual. O Aquelarre busca ajudar meninas em comunidades como Bonao e Maimón, e lançou o Manual Klk com meu corpo, que fala sobre consentimento e saúde menstrual, já distribuído em 16 escolas para mais de 3.600 jovens, além de ter entregue 300 kits de gestão menstrual. A República Dominicana tem a maior taxa de gravidez na adolescência da América Latina, muitas vezes devido à falta de informação. O Aquelarre critica a ausência de protocolos nas escolas para lidar com abusos, e Yanil Abad, uma das fundadoras, destaca que os agressores muitas vezes são professores. O governo, liderado por Luis Abinader, impôs regras rígidas sobre imigração, exigindo documentos para atendimento médico, resultando na deportação de 87 mulheres e 48 crianças em um único dia. Esther Girón, coordenadora do Aquelarre, afirma que o governo está criando um ambiente hostil para mulheres negras grávidas. Apesar dos desafios em um cenário conservador, as integrantes do coletivo continuam lutando por justiça e igualdade.

A República Dominicana enfrenta altos índices de violência sexual e gravidez na adolescência, especialmente entre mulheres negras e migrantes. O coletivo Aquelarre, fundado em 2019, atua em Monseñor Nouel, promovendo educação sexual e resistência feminista. Recentemente, o governo intensificou a deportação de haitianos, impactando mulheres grávidas.

Nathali Encarnación, ativista do Aquelarre, descobriu sua própria experiência de violência sexual durante um dos workshops do grupo. Segundo a Pesquisa Nacional de Agressões Sexuais contra a Mulher de 2024, 18,6% das mulheres acima de dezoito anos relataram ter sofrido agressão sexual. O coletivo busca descentralizar o ativismo, oferecendo suporte a meninas de comunidades como Bonao e Maimón.

O Manual Klk com meu corpo, uma das iniciativas do Aquelarre, aborda temas como consentimento e saúde menstrual. O material já foi distribuído em 16 escolas, alcançando mais de 3.600 jovens. Além disso, foram entregues 300 kits de gestão menstrual. A República Dominicana possui a maior taxa de gravidez na adolescência da América Latina, com muitos casos ocorrendo em contextos de desinformação.

Educação sexual é uma prioridade para o Aquelarre, que critica a falta de protocolos nas escolas para lidar com casos de abuso. Yanil Abad, uma das fundadoras, destaca que muitas vezes os agressores são professores. O governo, sob a liderança de Luis Abinader, implementou medidas rigorosas contra a imigração, incluindo a exigência de documentação para atendimento médico, resultando na deportação de 87 mulheres e 48 crianças em um único dia.

Esther Girón, coordenadora do Aquelarre, afirma que o governo está “militarizando as maternidades”, promovendo um ambiente hostil para mulheres negras grávidas. O ativismo enfrenta desafios em um contexto de conservadorismo crescente, mas as integrantes do coletivo continuam a lutar por justiça e igualdade.

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