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Metade dos imigrantes em Portugal não conta com médico de família no SNS

Metade dos imigrantes em Portugal carece de médico de família, revelando uma crise no Sistema Nacional de Saúde e riscos de atendimento.

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Quase metade dos imigrantes em Portugal não tem médico de família, segundo um estudo da Entidade Reguladora da Saúde. Dos 844 mil imigrantes registrados nos cuidados de saúde primários, apenas 419 mil têm acesso a esse profissional. A taxa de imigrantes com médico de família é bem menor que a média nacional, que é de 83,5%. A crise de recursos humanos no Sistema Nacional de Saúde é um grande problema, e cerca de 1,7 milhão de imigrantes estão registrados, mas muitos não recebem atendimento regular. A Federação Nacional dos Médicos alerta que até dois milhões de pessoas podem ficar sem médico de família, o que representa 20% da população. A situação é preocupante, pois muitos médicos estão se aposentando e duas em cada três vagas para médicos de família não foram preenchidas no último concurso. Isso pode afetar a saúde dos imigrantes, que já enfrentam dificuldades para acessar cuidados básicos.

Metade dos imigrantes em Portugal não possui médico de família. Um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) revela que 49,7% dos imigrantes residentes no país não têm acesso a esse profissional, essencial para o acompanhamento de saúde. Entre os 844 mil estrangeiros inscritos nos cuidados de saúde primários, apenas 419 mil possuem médico de família.

A taxa de imigrantes com médico de família é significativamente inferior à média nacional de 83,5%. O estudo destaca a crise de recursos humanos no Sistema Nacional de Saúde (SNS) como um dos principais desafios para a prestação de cuidados. Atualmente, cerca de 1,7 milhão de imigrantes estão registrados no SNS, mas muitos não têm acesso a atendimento regular.

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) estima que dois milhões de pessoas em Portugal podem ficar sem médico de família, representando 20% da população. A situação se agrava com a aposentadoria crescente de médicos, e cerca de dois terços das vagas abertas para médicos de família não foram preenchidas no último concurso do SNS.

A falta de médicos de família pode impactar gravemente a saúde de muitos imigrantes, que enfrentam dificuldades para acessar cuidados básicos. A situação exige atenção urgente das autoridades de saúde para garantir que todos os residentes em Portugal tenham acesso a atendimento médico adequado.

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