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Alissa Bowman enfrenta câncer raro após sede extrema e tratamento intensivo

Alissa Bowman, diagnosticada com um tumor cerebral raro, reduz tumor em 90% após quimioterapia. Mãe corre maratona para apoiar pesquisa.

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Alissa Bowman, de 17 anos, foi diagnosticada com um tumor cerebral raro que afeta a glândula pituitária após apresentar sede extrema e desidratação. Em junho de 2023, ela e sua mãe, Fran, procuraram ajuda médica porque Alissa estava bebendo cerca de cinco litros de água por dia. Os exames iniciais não mostraram problemas, mas a situação piorou e, em outubro de 2023, Alissa foi internada com sinais de desidratação, mesmo com a alta ingestão de água. Em dezembro, uma ressonância magnética revelou um tumor cancerígeno, e os médicos não tinham um prognóstico claro. Alissa começou a quimioterapia em maio de 2024 e, em novembro, o tumor havia diminuído em 90%. Para ajudar na pesquisa sobre tumores cerebrais, Fran decidiu correr a Maratona de Londres em abril de 2025, expressando seu orgulho em apoiar a instituição beneficente Brain Tumour Research Charity. Atualmente, Alissa faz ressonâncias magnéticas a cada seis meses enquanto sua equipe médica investiga mais sobre seu tumor.

A jovem Alissa Bowman, de 17 anos, foi diagnosticada com um tumor cerebral raro que afeta a glândula pituitária após apresentar sintomas de sede extrema e desidratação. Em junho de 2023, Alissa e sua mãe, Fran, buscaram atendimento médico devido à sede constante, que a levava a consumir cerca de cinco litros de água diariamente. Inicialmente, os exames indicaram que não havia anormalidades, mas a situação se agravou.

Em outubro de 2023, Alissa foi internada com sinais de desidratação e exaustão, mesmo com a ingestão elevada de água. Em dezembro, uma ressonância magnética revelou um tumor cancerígeno, levando à necessidade de tratamento. Fran relatou que a notícia foi devastadora e que os médicos não tinham um prognóstico claro, pois nunca haviam visto um caso semelhante.

Alissa iniciou quimioterapia em maio de 2024, e em novembro, o tumor havia diminuído em 90%. Para apoiar a pesquisa sobre tumores cerebrais, Fran decidiu correr a Maratona de Londres, que ocorrerá no dia 26 de abril de 2025. Ela afirmou: “Ela já passou por tanta coisa; agora é a minha vez de ser desafiada.” A mãe expressou orgulho em correr pela instituição beneficente Brain Tumour Research Charity, que ajuda famílias afetadas por essa condição.

Atualmente, Alissa precisa realizar ressonâncias magnéticas a cada seis meses, enquanto sua equipe médica investiga mais sobre o tumor. O caso foi levado para pesquisa, buscando esclarecer a condição que ainda não foi totalmente compreendida.

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