Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cultura da correria gera exaustão e prejudica saúde e produtividade no trabalho

A cultura da hiperprodutividade gera exaustão e riscos à saúde mental. Especialistas alertam para a importância do descanso e do bem-estar.

0:00
Carregando...
0:00

A cultura da hiperprodutividade tem gerado preocupações sobre o bem-estar das pessoas. Tomás, que sofreu de exaustão crônica, percebeu os riscos de não descansar e a normalização do trabalho intenso. Ele costumava responder e-mails a qualquer hora e nunca tirava férias, mas começou a sentir dores de cabeça e insônia, até ser diagnosticado com exaustão. Essa mentalidade de trabalho intenso começou na década de 2010, especialmente em startups do Vale do Silício, e leva ao esgotamento, segundo a jornalista Erin Griffith. A coach de saúde Sol Candotti destaca que a pressão social faz com que muitos coloquem o trabalho acima da saúde. Estudos mostram que a falta de sono prejudica a saúde mental e física, e um relatório dos Institutos Nacionais de Saúde revela que isso pode afetar a testosterona e o foco. Para evitar a hiperprodutividade, a psicóloga Valentina Agüero Vera sugere que as pessoas reservem tempo para hobbies e planejem momentos de descanso. Candotti também ressalta a importância de os empregadores reconhecerem os riscos da falta de sono e promoverem um ambiente que valorize o descanso.

A cultura da hiperprodutividade tem gerado preocupações sobre o impacto no bem-estar. Tomás, um exemplo de exaustão crônica, reflete sobre a normalização do trabalho intenso e os riscos da falta de descanso. Ele destaca a necessidade de mudar a mentalidade sobre trabalho e sono.

Durante anos, Tomás se definiu pela produtividade. Ele respondia e-mails a qualquer hora, participava de cursos e reuniões, e nunca tirava férias. Sua rotina incluía meditação, café da manhã rápido e longas horas em frente ao computador. O corpo dele, no entanto, começou a apresentar sinais de exaustão, como dores de cabeça e insônia. Um episódio de espasmo nas costas o levou a um diagnóstico de exaustão crônica.

A cultura da correria, que prioriza o trabalho intenso, surgiu na década de 2010, impulsionada por startups do Vale do Silício. A jornalista Erin Griffith descreve essa mentalidade como um manual que leva à obsessão por produtividade, resultando em esgotamento. Sol Candotti, coach de saúde, observa que a pressão social faz com que muitos priorizem o trabalho em detrimento do bem-estar.

Estudos mostram que a privação do sono afeta negativamente a saúde mental e física. Um relatório dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) revela que a falta de sono pode reduzir a testosterona e prejudicar o foco e a saúde emocional. Além disso, a cultura da hiperprodutividade está ligada a doenças físicas e mentais, conforme Candotti.

Para evitar a hiperprodutividade, Valentina Agüero Vera, psicóloga, sugere que as pessoas reservem tempo para interesses pessoais e hobbies. Ela recomenda planejar a semana para incluir momentos de descanso. Candotti também enfatiza a importância de os empregadores reconhecerem os riscos da falta de sono e promoverem um ambiente que valorize o descanso.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais