O Ministério da Saúde começou a incluir a vacina contra herpes-zóster no Sistema Único de Saúde (SUS), com previsão de conclusão para o próximo ano. Essa vacina é importante porque a herpes-zóster, também chamada de cobreiro, aparece quando o vírus da catapora se reativa, especialmente em pessoas mais velhas ou com o sistema imunológico fraco. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mencionou que a vacina é uma prioridade e que haverá campanhas de vacinação para os grupos que precisam. Atualmente, a vacina está disponível na rede particular, mas custa cerca de R$ 2 mil para as duas doses. O ministério já enviou a solicitação para a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) para que a vacina seja avaliada e incorporada ao SUS.
O Ministério da Saúde iniciou a incorporação da vacina contra herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). O processo deve ser finalizado no próximo ano, conforme informações de técnicos da pasta. A herpes-zóster, também conhecida como cobreiro, resulta da reativação do vírus da catapora e é mais comum em pessoas com imunidade reduzida, especialmente na terceira idade.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, discutiu o assunto em audiência com a deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO), que enfrentou a doença e ficou hospitalizada por cinco dias em março. Atualmente, a vacina está disponível na rede particular, com um custo elevado, que pode chegar a R$ 2 mil para as duas doses.
“Essa vacina é uma prioridade para nós”, afirmou Padilha, destacando a intenção de realizar campanhas de vacinação para os grupos indicados. O ministério já enviou à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) a solicitação para avaliação da inclusão da vacina no SUS e aguarda um parecer técnico.
A incorporação de novas vacinas no SUS envolve várias etapas, incluindo a identificação da demanda e a análise técnico-científica. O processo requer a pactuação entre as esferas de gestão: União, estados e municípios.
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