Carina Santos, de 21 anos, passou por um grave erro médico no Hospital de Évora, em Portugal. Durante o tratamento de uma gravidez ectópica, suas trompas de Falópio foram removidas por engano, o que a deixou sem a possibilidade de engravidar naturalmente. Ela procurou o hospital por dores abdominais e, após exames, foi internada para uma cirurgia, mas os médicos operaram a trompa errada. Depois de receber alta, Carina sentiu novos sintomas e, em novos exames, descobriram que o feto ainda estava na trompa direita, que teve que ser removida em uma segunda cirurgia. O laudo do hospital confirmou que a trompa esquerda não tinha sinais de gravidez ectópica. O hospital reconheceu o erro e anunciou uma investigação interna para apurar o que aconteceu.
Carina Santos, uma jovem de 21 anos, viveu um grave erro médico no Hospital de Évora, em Portugal. Durante o tratamento de uma gravidez ectópica, suas trompas de Falópio foram removidas por engano, o que a privou da possibilidade de conceber naturalmente.
A situação começou quando Carina procurou atendimento devido a dores abdominais. Após uma ultrassonografia, os médicos confirmaram que o embrião estava na trompa direita, levando à internação para cirurgia. No entanto, a operação foi realizada na trompa esquerda. Ao receber alta, Carina percebeu que algo estava errado, mas não recebeu explicações.
Dezessete dias após a primeira cirurgia, os sintomas retornaram. Novos exames revelaram que o feto ainda se desenvolvia na trompa direita, que precisou ser removida em uma segunda operação. Carina não compreendia a situação, acreditando que a trompa já havia sido retirada anteriormente.
A jovem solicitou o laudo anatômico do hospital, que confirmou que a amostra da trompa esquerda não apresentava sinais de gravidez ectópica. Esse erro médico resultou na perda de ambas as trompas de Falópio, impossibilitando-a de ter filhos naturalmente. O hospital reconheceu o erro e anunciou uma investigação interna para apurar responsabilidades.
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