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Mãe luta por alimentação adequada para filha celíaca em escola de Araucária

Mãe de criança celíaca enfrenta resistência na escola sobre alimentação adequada, gerando apoio jurídico e repercussão nas redes sociais.

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Tayrine Novak, mãe de uma criança celíaca, está enfrentando dificuldades para garantir que sua filha tenha uma alimentação segura na escola. Desde o diagnóstico da doença em novembro de 2023, ela tem lutado para que a Escola Municipal Professora Egipciana Swain Paraná Carrano ofereça um cardápio adequado. Após exames mostrarem contaminação cruzada em abril, Tayrine começou a enviar marmitas de casa. Em setembro, o Conselho de Alimentação Escolar acionou o Ministério Público, alegando que a mãe não seguia o cardápio escolar. Durante uma reunião na promotoria, foi sugerido que a escola enviasse o cardápio semanal para que Tayrine pudesse se preparar, mas em outubro, ela denunciou que o acordo não estava sendo cumprido. Recentemente, uma reclamação sobre um bolo de cenoura que sua filha levou para a escola gerou mais tensões. Tayrine se sentiu pressionada em uma reunião com servidores da educação, onde defendeu que a saúde da filha é mais importante do que seguir regras rígidas. Após a repercussão nas redes sociais, advogados ofereceram apoio jurídico à família, criticando o uso da máquina pública contra cidadãos vulneráveis. Um boletim de ocorrência foi registrado contra uma professora que teria constrangido Thaylla, e a Prefeitura de Araucária anunciou uma sindicância para investigar a contaminação cruzada e ações de conscientização sobre alimentação para celíacos.

Tayrine Novak, mãe de uma criança celíaca, enfrenta desafios para garantir uma alimentação adequada para sua filha na escola. O diagnóstico da doença, que exige a exclusão do glúten da dieta, ocorreu em novembro de 2023. Desde então, a mãe tem lutado para assegurar que a filha tenha acesso a refeições seguras.

Thaylla, de 9 anos, estuda em período integral na Escola Municipal Professora Egipciana Swain Paraná Carrano, que deveria oferecer um cardápio adaptado. No entanto, em abril de 2023, exames indicaram contaminação cruzada, levando Tayrine a enviar marmitas de casa. Em setembro, o Conselho de Alimentação Escolar acionou o Ministério Público do Paraná, alegando que a mãe não seguia o cardápio escolar.

Durante uma reunião na promotoria, Tayrine explicou que a saúde da filha melhorou com as refeições caseiras. A promotora sugeriu diálogo entre a escola e a mãe, estabelecendo que o cardápio semanal seria enviado para que Tayrine pudesse se preparar. Contudo, em outubro, ela denunciou à Secretaria Municipal de Educação que a escola não cumpria o acordo.

Conflito na Escola

Recentemente, um incidente envolvendo um bolo de cenoura gerou novas tensões. Uma mãe reclamou que seu filho ficou com vontade do doce que Thaylla levou. Em uma reunião convocada pela Secretaria, Tayrine foi questionada sobre a cobertura do bolo, que não estava no cardápio. A mãe defendeu que adaptações são necessárias devido à situação financeira da família.

A reunião, que contou com a presença de seis servidores da educação, deixou Tayrine se sentindo oprimida. Ela afirmou que o foco deveria ser a saúde da filha, e não a rigidez das normas. O chefe de gabinete da Secretaria disse que a mãe não seguia a legislação, enquanto Tayrine argumentou que a lei permite adaptações.

Apoio Jurídico e Repercussão

Após a repercussão nas redes sociais, advogados de Brasília ofereceram apoio jurídico à família. Eles criticaram a utilização da máquina pública para oprimir cidadãos vulneráveis. A defesa busca garantir os direitos da criança e responsabilizar os envolvidos.

No dia 22 de abril, um boletim de ocorrência foi registrado contra uma professora que, segundo a família, teria constrangido Thaylla em sala de aula. Tayrine relatou que a situação gerou um aumento de relatos de outras famílias que enfrentam dificuldades semelhantes.

A Prefeitura de Araucária informou que atende mais de 18 mil estudantes, incluindo 14 com doença celíaca, e que oferece cardápios adaptados. A administração municipal também anunciou a abertura de uma sindicância para investigar a contaminação cruzada e planeja ações de conscientização sobre a alimentação adequada para celíacos.

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