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Histórico familiar de câncer: como reduzir riscos e adotar hábitos saudáveis

Histórico familiar de câncer aumenta risco, mas mudanças no estilo de vida e testes genéticos podem ajudar na prevenção.

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Ter um histórico familiar de câncer pode aumentar o risco de desenvolver a doença, especialmente se parentes próximos foram diagnosticados em idades jovens. No entanto, isso não significa que a doença é inevitável. Estudos mostram que cerca de 40% dos casos de câncer estão ligados a fatores de estilo de vida que podem ser mudados, como fumar e beber álcool. Para reduzir o risco, é importante conhecer o histórico familiar, incluindo idades em que os parentes foram diagnosticados e os tipos de câncer que tiveram. Testes genéticos podem ajudar a identificar alterações que aumentam o risco, e se necessário, médicos podem recomendar exames mais frequentes ou até procedimentos preventivos. Além disso, mudanças no estilo de vida, como parar de fumar, manter um peso saudável e limitar o consumo de álcool, podem ajudar a diminuir as chances de desenvolver câncer.

Histórico familiar de câncer aumenta risco, mas mudanças de estilo de vida podem ajudar a prevenir a doença. Estudos recentes mostram que cerca de quarenta por cento dos casos de câncer são atribuídos a fatores modificáveis, como tabagismo e consumo de álcool. Especialistas ressaltam a importância de testes genéticos para identificar riscos.

Pessoas com histórico familiar de câncer têm maior probabilidade de herdar alterações genéticas. Isso é especialmente verdadeiro se parentes próximos, como pais e irmãos, foram diagnosticados em idades jovens. A diretora médica do Centro Geral de Câncer de Massachusetts, Amy Comander, recomenda que os indivíduos reúnam informações sobre o histórico de câncer na família, incluindo tipos e idades de diagnóstico.

Testes genéticos podem ser uma ferramenta valiosa. O diretor interino do Centro de Câncer da Universidade de Cincinnati, Syed Ahmad, afirma que, se necessário, médicos podem encaminhar pacientes a especialistas em genética. Testes para mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 são comuns para câncer de mama, enquanto a síndrome de Lynch é testada para câncer de cólon.

Além da genética, mudanças no estilo de vida são fundamentais. A chefe da divisão de genética e prevenção do câncer do Instituto do Câncer Dana-Farber, Judy Garber, destaca que a predisposição genética representa apenas dez por cento dos casos de câncer. Fatores como tabagismo, obesidade e consumo excessivo de álcool são determinantes. Não fumar, manter um peso saudável e limitar o álcool são ações recomendadas para reduzir o risco.

Fazer escolhas saudáveis é essencial. A pesquisa indica que parar de fumar pode reverter o risco de câncer. Além disso, uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios físicos são eficazes na prevenção da doença. O cirurgião geral dos Estados Unidos alertou que mesmo o consumo leve de álcool pode aumentar o risco de câncer, sugerindo limites diários para homens e mulheres.

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