A Organização Mundial da Saúde (OMS) está enfrentando sérios problemas financeiros após a saída dos Estados Unidos, que eram seus principais financiadores. O diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que a OMS precisará cortar 21% do seu orçamento para 2026-27, reduzindo-o de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,2 bilhões, devido a uma falta de quase US$ 600 milhões. Esses cortes também resultarão na demissão de funcionários e no fechamento de alguns escritórios em países ricos. Tedros destacou que essa situação é dolorosa e terá um impacto significativo na saúde global. Ele também mencionou que a OMS precisa diversificar suas fontes de financiamento, já que atualmente 80% do seu orçamento depende de doações voluntárias de poucos países.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou cortes de 21% no orçamento para o período de 2026-27, reduzindo-o de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,2 bilhões. O diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que a decisão é uma resposta a uma lacuna de quase US$ 600 milhões no financiamento, agravada pela retirada dos Estados Unidos, que eram os maiores financiadores da entidade.
Em janeiro, o governo do ex-presidente Donald Trump retirou os EUA da OMS, alegando má gestão da pandemia de Covid-19. Tedros afirmou que a OMS enfrenta a maior interrupção no financiamento global da saúde da história. A organização também planeja reduzir o número de funcionários e fechar escritórios em países de alta renda.
O diretor-geral adjunto de Operações Comerciais da OMS, Raul Thomas, informou que um quarto dos custos salariais não será coberto nos próximos dois anos. A quantidade de cortes ainda não foi definida, pois dependerá da localização e do nível dos funcionários afetados. Tedros ressaltou que os cortes terão um impacto significativo na saúde global.
A OMS busca diversificar suas fontes de financiamento, já que 80% do seu orçamento depende de contribuições voluntárias de poucos doadores. Tedros mencionou que está em contato com o governo dos EUA, fornecendo informações e respondendo a perguntas, embora não tenha se comunicado diretamente com Trump.
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