A Tailândia confirmou sua primeira morte por antraz desde 1994, levantando preocupações de saúde pública, já que 638 pessoas podem ter sido expostas à bactéria. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também alertou sobre um surto na República Democrática do Congo, onde 16 casos suspeitos foram registrados, incluindo uma morte. O antraz é uma infecção causada pela bactéria Bacillus anthracis, que afeta principalmente animais, mas pode infectar humanos em casos raros. A transmissão ocorre principalmente pelo contato com animais infectados ou seus produtos. A prevenção mais eficaz é a vacinação de rebanhos em áreas onde a doença é comum. Os sintomas variam conforme a forma da infecção, podendo incluir lesões na pele, febre, dor abdominal e problemas respiratórios. O tratamento envolve antibióticos e, em casos graves, cuidados intensivos.
Nesta sexta-feira, 2 de maio, a Tailândia confirmou sua primeira morte por antraz desde 1994. O caso gerou um alerta de saúde pública, com 638 pessoas identificadas como potencialmente expostas à bactéria Bacillus anthracis, causadora da infecção.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia emitido um alerta sobre um surto na República Democrática do Congo, onde foram registrados 16 casos suspeitos de antraz, além de uma morte confirmada. O surto também resultou na morte de 50 hipopótamos no Parque Nacional de Virunga, localizado no leste do país.
O antraz, conhecido como carbúnculo, afeta principalmente animais como cabras, bois e carneiros, mas casos em humanos são raros, especialmente em regiões com medidas de prevenção. Essas medidas incluem o controle sanitário e a vacinação de rebanhos em áreas onde a bactéria é comum.
A infecção pode ser transmitida de três formas principais: cutânea, gastrointestinal e por inalação. A forma cutânea inicia-se com uma lesão na pele, enquanto a gastrointestinal pode causar febre e diarreia. A forma por inalação apresenta sintomas semelhantes aos da gripe, mas pode evoluir rapidamente para complicações graves.
O tratamento envolve o uso de antibióticos, que variam conforme a gravidade da infecção. Em casos avançados, especialmente na forma pulmonar, pode ser necessária a internação em unidade de terapia intensiva. A prevenção continua sendo a melhor estratégia para evitar a disseminação da doença.
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