Israel Adesanya, ex-campeão dos médios do UFC, falou sobre saúde mental em um podcast recente. Ele revelou que usou cogumelos alucinógenos antes da luta contra Alex Poatan no UFC 287, o que o ajudou a se conectar com seu eu interior. Adesanya explicou que essa experiência não foi única e que ele gosta de usar substâncias psicodélicas para entender melhor a si mesmo. Além disso, ele contou que começou a fazer terapia após sua estreia no UFC, quando se sentiu triste e confuso, mesmo após uma vitória. A terapia o ajudou a lidar com a pressão e a solidão que sentiu após o sucesso. Ele acredita que há mais na vida do que apenas lutar e quer evitar se tornar alguém que não consegue deixar os holofotes.
Israel Adesanya, ex-campeão dos médios do UFC, revelou em um podcast que o uso de cogumelos alucinógenos o ajudou a se conectar com seu eu interior antes da luta contra Alex Poatan no UFC 287, em abril de 2023. Adesanya compartilhou sua experiência com terapia e o impacto da saúde mental na carreira de lutadores.
Durante sua participação no podcast “Pound 4 Pound”, Adesanya explicou que teve três experiências intensas com cogumelos antes da luta, o que o ajudou a focar. Ele descreveu a sensação de se conectar com um nível mais profundo de si mesmo. “Escrevi no espelho: ‘a maior volta por cima da história do UFC e foi feita por mim’”, contou.
O ex-campeão também destacou que o uso de substâncias psicodélicas não é uma prática isolada. Ele afirmou que gosta de alterar seu estado de consciência para aprender com novas perspectivas. “Você consegue mergulhar fundo dentro de si mesmo e perceber que toda a m que você descarregou está lá se acumulando”, disse.
Além dos alucinógenos, Adesanya mencionou a importância da terapia em sua vida. Após sua estreia no UFC, ele enfrentou conflitos internos, mesmo após uma vitória significativa. “Eu estava no topo do mundo, mas cheguei em casa e desmontei”, relatou. A terapia o ajudou a entender a depressão que sentia após o frenesi das lutas.
Adesanya enfatizou que a saúde mental é crucial para os atletas e que há mais na vida do que apenas lutar. Ele não quer ser um lutador que não consegue se afastar dos holofotes. “Algumas pessoas ficam viciadas pelo brilho”, concluiu.
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