O Ministério Público de São Paulo pediu explicações à Prefeitura sobre a situação do estacionamento onde a estudante Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, foi encontrada morta. O local é um terreno que deveria ter um equipamento de saúde, mas nada foi construído. A deputada Luciene Cavalcante denunciou a falta de manutenção e pediu a construção urgente do equipamento para evitar novas tragédias. O terreno está na zona leste da cidade e foi destinado à Secretaria Municipal da Saúde para um complexo de reabilitação. Bruna era professora e estudante de mestrado, e deixou um filho de sete anos. O principal suspeito do crime foi encontrado morto na semana passada, e mulheres na região relataram medo após o assassinato.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) requisitou, nesta terça-feira (6), que a Prefeitura de São Paulo forneça esclarecimentos em até 30 dias sobre o estacionamento onde a estudante Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, foi encontrada morta. O local, situado em um terreno destinado à construção de um equipamento do Sistema Único de Saúde (SUS), permanece sem uso.
A solicitação do MP-SP é resultado de uma representação da deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP), que denunciou a suposta “omissão na conservação e segurança do terreno”. O espaço, localizado na avenida Miguel Ignácio Curi, na zona leste da cidade, deveria abrigar o complexo Paulistão da Saúde, incluindo um Centro Especializado de Reabilitação (CER).
O despacho do MP-SP, assinado pelo promotor Roberto Luiz de Oliveira Pimentel, pede que a Prefeitura esclareça a situação de abandono ou falta de manutenção do terreno. A deputada Cavalcante também solicitou a construção urgente do equipamento de saúde para evitar novas tragédias.
Bruna era historiadora, professora e estudante de mestrado em ciências sociais na Universidade de São Paulo (USP). Ela deixa um filho de sete anos. O principal suspeito de seu assassinato, Esteliano José Madureira, foi encontrado morto na semana passada. Após o crime, mulheres que utilizam o terminal de metrô e ônibus Itaquera relataram medo ao circular pela região.
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