Um grupo de famílias lançou o Movimento Desconecta, que pede aos pais que adiem a entrega de smartphones para crianças até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16. A ideia é conscientizar sobre os riscos do uso precoce dessas tecnologias. Especialistas afirmam que essas idades são mais seguras para um uso responsável. O movimento começou em uma escola particular em São Paulo e se inspira em iniciativas semelhantes de outros países. Pesquisas mostram que o uso excessivo de celulares pode causar problemas de aprendizado, saúde mental e aumentar a ansiedade entre jovens. A proposta é que, ao se unirem, os pais consigam tomar decisões mais fáceis sobre o uso de tecnologia por seus filhos.
Um grupo de famílias lançou o Movimento Desconecta nesta quarta-feira (7), propondo um pacto para adiar a entrega de smartphones até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16 anos. A iniciativa visa conscientizar sobre os riscos do uso precoce dessas tecnologias.
O movimento surgiu em abril do ano passado, a partir de pais da Beacon School, em São Paulo. Os fundadores, como a designer gráfica Mariana Uchoa, destacam que a pressão social para a inserção digital é intensa, mas que um compromisso coletivo pode facilitar a decisão dos pais.
Estudos recentes apontam que o uso excessivo de celulares e redes sociais pode causar problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Pesquisas indicam que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é gasto em interações digitais, prejudicando o aprendizado e a interação social.
O movimento se inspira em iniciativas internacionais, como o Wait Until 8th, dos Estados Unidos, e o Smartphone Free Childhood, da Inglaterra. Especialistas apoiam a ideia de que as idades propostas são mais seguras para o uso consciente dessas ferramentas.
Os pais interessados podem assinar o pacto na plataforma do Movimento Desconecta. A proposta busca criar um ambiente mais saudável para o desenvolvimento das crianças e adolescentes, promovendo um uso equilibrado da tecnologia.
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