Monique Cardoso, de 45 anos, está grávida do primeiro filho, resultado de fertilização in vitro com doação de gameta, e decidiu ser mãe solo, desafiando estigmas sobre a maternidade tardia. Nos Estados Unidos, o número de gestantes com mais de 40 anos superou o de adolescentes grávidas, e no Brasil, a taxa de natalidade entre mulheres de 40 a 49 anos também aumentou. Monique sempre quis ser mãe, mas adiou o sonho por conta de mudanças na vida, como o fim de um casamento e a busca por outras realizações pessoais. Ao perceber que seu parceiro não queria ter mais filhos, decidiu seguir em frente sozinha. Apesar de temer o julgamento alheio, ela encontrou apoio psicológico e percebeu que ser mãe nessa fase traz muitas vantagens, como estabilidade emocional e experiência de vida. Monique se sente realizada e feliz com a gravidez, desafiando a ideia de que mulheres acima dos 40 anos não têm energia ou capacidade para criar filhos. Ela acredita que ter um filho agora é um compromisso com o futuro e uma oportunidade de novas descobertas.
Monique Cardoso, de quarenta e cinco anos, está grávida de seu primeiro filho, que deve nascer em setembro. A gestação foi possível por meio de fertilização in vitro com doação de gameta. Monique optou por ser mãe solo, desafiando estigmas sociais sobre a maternidade tardia.
Nos Estados Unidos, o número de gestantes com mais de quarenta anos superou o de adolescentes grávidas, refletindo uma tendência global. No Brasil, a taxa de natalidade entre mulheres de quarenta a quarenta e nove anos cresceu 16,8% entre 2018 e 2022 e mais de 65% desde 2010. Monique faz parte dessa estatística.
A decisão de ser mãe veio após um período de reflexão. Monique havia se casado e, após o fim do relacionamento, priorizou outros sonhos, como mudança de carreira e mestrado. Ao perceber que seu parceiro atual não desejava ter filhos, decidiu seguir seu plano de maternidade independente.
Ela não congelou óvulos, mesmo com o prognóstico médico indicando apenas 5% de chances de sucesso. Monique enfrentou o medo de não conseguir engravidar e a pressão social sobre sua escolha. Contudo, com suporte psicológico, ela percebeu as vantagens de ser mãe nesta fase da vida.
Monique destaca que a maternidade tardia traz uma série de benefícios, como estabilidade emocional e educação financeira. Ela acredita que a ideia de que mulheres acima de quarenta anos não têm disposição física para criar filhos é um preconceito. Para ela, a maternidade é um compromisso com o futuro e uma oportunidade de novas descobertas.
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