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Associação Brasileira de Alergia e Imunologia lança guia para restaurantes sobre alergias alimentares

A Asbai lançou um guia para restaurantes, visando prevenir reações alérgicas e garantir segurança alimentar. Conscientização é essencial.

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A alergia alimentar afeta cerca de 8% da população e pode causar reações graves, como choque anafilático. Para ajudar restaurantes a lidarem com esse problema, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) lançou um “Guia Prático para Restaurantes”. O guia ensina como evitar a contaminação cruzada e como agir em emergências, já que 70% das reações alérgicas ocorrem em refeições fora de casa. A coordenadora do departamento de alergia alimentar da Asbai, Jackeline Motta Franco, destaca que muitos estabelecimentos não estão preparados para atender clientes com alergias. O guia visa oferecer um atendimento mais seguro e acolhedor. É importante que os restaurantes estejam atentos ao contato acidental de alérgenos em alimentos, que pode ocorrer durante a preparação e o transporte. Em caso de reação alérgica, é fundamental agir rapidamente, perguntando se o cliente possui um plano de ação e, se necessário, chamar serviços de emergência. A prevalência de alergias tem aumentado, e muitos pacientes convivem com mais de uma alergia. Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, ainda há desafios para garantir que todos tenham acesso a essas novas tecnologias no Brasil.

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) lançou um “Guia Prático para Restaurantes” com orientações sobre como lidar com alergias alimentares. O manual visa aumentar a conscientização sobre a contaminação cruzada e o gerenciamento de emergências, considerando que setenta por cento das reações alérgicas ocorrem em refeições fora de casa.

Alergias alimentares afetam até oito por cento da população, podendo causar reações que vão de coceira e inchaço a choque anafilático, uma emergência médica que pode ser fatal. Jackeline Motta Franco, coordenadora do Departamento Científico de Alergia Alimentar da Asbai, destaca que muitos estabelecimentos não estão preparados para atender clientes com essas condições.

O guia foi criado para oferecer um atendimento mais seguro e acolhedor. Jackeline explica que a contaminação cruzada pode ocorrer facilmente, como no uso compartilhado de utensílios. “Estar consciente da possibilidade da transferência em diferentes etapas da confecção é essencial”, afirma.

Além disso, é importante que os funcionários saibam identificar os sintomas das alergias e como agir rapidamente em caso de reações. Jackeline recomenda que, ao perceber uma reação, o estabelecimento deve questionar se o cliente possui um plano de ação com medicamentos, como a adrenalina autoinjetável.

A prevalência de alergias tem aumentado nas últimas décadas, afetando cerca de trinta por cento da população. Fátima Rodrigues Fernandes, presidente da Asbai, ressalta que a maioria dos pacientes convive com mais de uma alergia. Apesar dos avanços em diagnóstico e tratamento, ainda existem desafios para garantir acesso a essas tecnologias em todo o Brasil.

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