A Fiocruz teve que mudar seus planos devido a operações policiais perto do campus Manguinhos-Maré. No dia em que estava programada uma reunião sobre violência armada no Rio de Janeiro, a instituição decidiu realizar atividades remotas e manter apenas serviços essenciais. A reunião, que faz parte de um esforço conjunto com a UFF, UFRJ e outras instituições, acontecerá na UFRJ às 18h. O objetivo é discutir formas de enfrentar a violência, proteger a vida e garantir direitos na região.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com diversas instituições, planejava discutir a violência armada no Rio de Janeiro nesta terça-feira, dia 13. Contudo, devido a operações policiais nas proximidades do campus Manguinhos-Maré, a Fiocruz ativou seu plano de contingência. As atividades foram transferidas para o formato remoto, mantendo apenas os serviços essenciais em regime presencial.
A reunião sobre a violência armada, agendada para às 18h, será realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Este encontro envolve a colaboração da Fiocruz, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e de outras nove instituições. O objetivo é promover a valorização da vida, garantir direitos e reduzir a sensação de insegurança na região.
As operações policiais, que começaram na madrugada, motivaram a mudança nas atividades da Fiocruz. A decisão reflete a preocupação com a segurança de alunos e funcionários, além de reafirmar o compromisso da instituição em abordar questões críticas relacionadas à violência. A agenda de enfrentamento à violência armada continua, destacando a importância da colaboração entre as instituições para buscar soluções efetivas.
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