Kofi Nyarko, um sobrevivente de lepra de 54 anos, foi diagnosticado com a doença quando tinha sete anos, mas só recebeu tratamento aos 13, após ser levado a um hospital. Ele enfrentou muitos desafios, incluindo a necessidade de aprender a andar novamente após cirurgias. Hoje, Nyarko é presidente da IDEA Ghana, uma organização que ajuda a reintegrar pessoas afetadas pela lepra em suas comunidades. Ele destaca a importância do diagnóstico precoce, que pode evitar sequelas permanentes. Apesar de a lepra ter cura e não ser contagiosa após o início do tratamento, o estigma em torno da doença ainda persiste. Nyarko trabalha para mudar essa percepção, visitando comunidades e educando as pessoas sobre a lepra. Ele também realiza atividades de conscientização e exames de pele em áreas rurais, onde a doença ainda é um problema. Em 2023, foram registrados cerca de 230 novos casos de lepra em Gana. Nyarko acredita que, com o trabalho contínuo, é possível erradicar a doença até 2030, mas expressa preocupação com os cortes de financiamento que podem afetar os esforços de combate à lepra e outras doenças tropicais.
Kofi Nyarko, um ativista e sobrevivente de lepra, lidera a IDEA Ghana, promovendo a reintegração de mais de oitocentas e sessenta pessoas em suas comunidades. Nyarko, diagnosticado com a doença na infância, destaca a importância do diagnóstico precoce e alerta sobre os riscos de cortes de financiamento para o combate à lepra.
Nyarko, que contraiu lepra aos sete anos, enfrentou estigmas e desafios físicos ao longo da vida. Ele foi diagnosticado aos treze anos, após ser levado a um hospital especializado. “Se te diagnosticam a tempo, te curas sem incapacidades”, afirma. A lepra é tratável e não contagiosa após o início do tratamento.
Como presidente da IDEA Ghana, Nyarko realiza atividades de conscientização em escolas e comunidades rurais. Ele enfatiza que muitos problemas relacionados à lepra estão nas áreas rurais, onde o acesso a serviços de saúde é limitado. Através de seu trabalho, ele conseguiu reintegrar mais de 860 pessoas em suas comunidades de origem.
Nyarko também menciona a necessidade de sensibilização sobre a doença, que ainda é cercada de preconceitos. Ele relata que muitos acreditam que a lepra é sinônimo de deformidade, o que não é verdade. “A lepra não é o fim da vida”, diz. Ele se dedica a educar as comunidades sobre a doença e a importância do tratamento.
Apesar dos avanços, cerca de duzentos e trinta casos de lepra são diagnosticados anualmente em Gana. Nyarko expressa esperança de que a meta de erradicação da doença até 2030 seja alcançada, mas teme que os cortes de financiamento comprometam os esforços. “Se a financiamento se detém, será um problema sério”, alerta.
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