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Cura sonora ganha destaque em São Paulo com benefícios para a saúde mental

Cura sonora, prática em ascensão, promete relaxamento e bem-estar, atraindo até celebridades. Conheça seus benefícios e métodos.

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Durante uma sessão de sound healing, a terapeuta Pat Diogo orienta os participantes a relaxar e respirar profundamente. A prática envolve sons de ondas do mar e tigelas de cristal, criando um ambiente que ajuda a mente a relaxar. O tratamento, que pode ser feito em grupo ou individualmente, é popular em São Paulo e custa R$ 390 por sessão, com pacotes disponíveis. O sound healing é visto como uma terapia complementar, não substituindo a medicina tradicional, e é apoiado por alguns estudos que mostram benefícios como redução da ansiedade e melhora do sono. Os instrumentos usados incluem gongos e flautas, e a vibração do som é considerada eficaz porque o corpo humano é composto em grande parte por água. A prática é antiga, com raízes em rituais de milhares de anos, e está se tornando mais conhecida, com a adesão de celebridades. A terapia não exige ritmo ou melodia, e cada terapeuta escolhe os sons que melhor atendem às necessidades dos participantes. Durante a meditação, é comum que as pessoas adormeçam, o que ainda traz benefícios, pois o som ajuda a limpar a mente e expandir a consciência.

O sound healing, ou cura sonora, tem se tornado uma prática popular, especialmente em São Paulo, onde sessões são oferecidas em clínicas como a Awake Health. A terapia utiliza vibrações sonoras para promover o bem-estar, sendo reconhecida como uma alternativa complementar à medicina tradicional. Recentemente, celebridades como Gisele Bündchen têm se associado a essa prática, que promete benefícios como redução da ansiedade e melhora na qualidade do sono.

Durante uma sessão de sound healing, os participantes são guiados em meditações que envolvem sons de natureza e instrumentos como tigelas de cristal e gongos. Pat Diogo, terapeuta da Awake Health, destaca que o corpo humano, composto por cerca de 70% de água, é altamente receptivo às vibrações sonoras. As sessões, que duram até uma hora, têm custo de R$ 390, com pacotes de doze sessões por R$ 4 mil.

Estudos recentes, como um publicado no European Journal of Investigation in Health, Psychology and Education, indicam que as tigelas tibetanas podem promover relaxamento físico e psicológico. O terapeuta sonoro Mauricio Sprovieri ressalta que o sound healing não busca substituir a medicina convencional, mas sim atuar como um complemento. Em São Paulo, o projeto Urban Sound Healing oferece encontros coletivos a R$ 40, com rodas de conversa ao final.

A prática, que remonta a rituais ancestrais, tem ganhado espaço em um mundo cada vez mais agitado e cheio de estímulos visuais. Os terapeutas utilizam uma variedade de instrumentos, permitindo que cada sessão seja uma experiência única e personalizada. A vibração dos sons pode ser aplicada diretamente no corpo, potencializando os efeitos calmantes da terapia.

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