O Brasil confirmou o primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul. O governo declarou estado de emergência por 60 dias e a China suspendeu temporariamente as importações de carne de frango do Brasil. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que medidas foram tomadas para isolar o foco da doença. Apesar da situação, as ações das empresas afetadas na Bolsa não tiveram grandes mudanças, pois o mercado acredita que os impactos serão limitados e temporários. O Goldman Sachs destacou que, embora haja riscos de queda nas exportações, a maioria dos protocolos comerciais foi flexibilizada nos últimos anos. O CEO da BRF, Miguel Gularte, afirmou que o Brasil possui acordos de regionalização sanitária que podem ajudar a minimizar os danos comerciais. Ele também ressaltou que a empresa tem estoques estratégicos e planos de contingência para lidar com a situação. A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, afirmou que não há motivo para pânico e que o consumo de carne de frango e ovos bem cozidos é seguro. A transmissão do vírus para humanos é rara e ocorre principalmente em contato direto com aves contaminadas.
O Brasil confirmou o primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial localizada em Montenegro, no Rio Grande do Sul. A informação foi divulgada na sexta-feira, 16, pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O governo decretou estado de emergência por 60 dias e adotou medidas para isolar o foco da doença.
A granja afetada é especializada na produção de ovos para recria de aves. A China, principal importador de carne de frango do Brasil, suspendeu temporariamente as importações do produto. Fávaro acredita que, se não houver novos focos, o Brasil poderá retomar as exportações antes do término do estado de emergência.
O Goldman Sachs avaliou que o caso pode resultar em restrições temporárias às exportações. Apesar disso, os analistas destacam que os protocolos comerciais foram flexibilizados nos últimos anos, o que pode limitar os impactos. O Brasil é o maior exportador de frango do mundo, respondendo por 36% do comércio global.
O CEO da BRF, Miguel Gularte, ressaltou que o Brasil possui acordos de regionalização sanitária com vários países, o que pode minimizar os efeitos comerciais do surto. Ele afirmou que a empresa mantém estoques estratégicos e planos de contingência para garantir o abastecimento.
A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, afirmou que a confirmação do vírus não é motivo para pânico. Ela destacou que a vigilância sanitária está funcionando e que o consumo de carne de frango e ovos bem cozidos é seguro. A transmissão do vírus para humanos é considerada extremamente rara e ocorre apenas em contato direto com aves contaminadas.
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