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Efeito Flynn reverte e testes de QI indicam queda na inteligência global

Queda no QI médio de jovens em países como Noruega e EUA levanta questões sobre o impacto da tecnologia na inteligência.

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Testes de QI, que medem a inteligência, passaram a ser questionados. Historicamente, esses testes mostraram que as pessoas estavam se tornando mais inteligentes, um fenômeno chamado Efeito Flynn. No entanto, estudos recentes na Noruega, Alemanha e Estados Unidos indicam que esse aumento chegou ao fim e agora há uma queda no QI médio entre os jovens. Na Noruega, o QI médio de rapazes de 18 a 19 anos subiu até 1975, mas depois começou a cair. O mesmo aconteceu na Alemanha, onde o QI estagnou em 2010 e depois caiu. Nos Estados Unidos, entre 2006 e 2018, o QI de adultos também diminuiu. Embora isso possa sugerir que as pessoas estão se tornando menos inteligentes, a autora de um dos estudos disse que isso é apenas uma diferença nos testes. Os testes de QI medem a capacidade de resolver problemas e, se a inteligência é sobre flexibilidade mental, então esses testes realmente refletem a inteligência. A queda no QI pode estar relacionada ao uso excessivo de tecnologia, que pode tornar as crianças mais passivas e menos exploradoras.

Testes de QI têm sido historicamente vistos como indicadores de inteligência, com o Efeito Flynn mostrando um aumento no desempenho ao longo do século 20. No entanto, estudos recentes na Noruega, Alemanha e Estados Unidos indicam uma reversão desse fenômeno, com quedas significativas no QI médio de jovens.

Na Noruega, um estudo de 2018 revelou que o QI médio de rapazes de 18 a 19 anos, medido entre 1962 e 1991, subiu até os nascidos em 1975, mas começou a cair a partir de então. A situação é semelhante na Alemanha, onde o QI de jovens universitários estagnou em torno de 2010 e começou a declinar. Nos Estados Unidos, uma pesquisa de 2023 confirmou que o QI de adultos da mesma faixa etária caiu entre 2006 e 2018.

Esses resultados levantam a questão: estamos nos tornando menos inteligentes? A autora do estudo americano minimizou a situação, afirmando que a queda é apenas uma diferença no desempenho nos testes. Contudo, a análise sugere que os testes de QI medem a capacidade de resolver problemas que exigem raciocínio lógico e abstrato.

Fatores Contribuintes

A reversão do Efeito Flynn pode estar relacionada ao uso crescente de tecnologia. A infância, que antes era mais ativa e exploratória, agora é dominada por telas que promovem a passividade. Essa mudança no ambiente de desenvolvimento pode estar impactando a flexibilidade mental, essencial para a inteligência.

Os estudos indicam que a inteligência medida por testes é influenciada pelo ambiente em que as crianças e jovens se desenvolvem. A queda no QI pode refletir mudanças nas experiências de aprendizado e nas interações sociais, que são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo.

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