Copenhague foi eleita a cidade mais feliz do mundo pelo Índice Cidade Feliz 2025, que analisou 82 indicadores de qualidade de vida. A capital dinamarquesa obteve 1.039 pontos, destacando-se em governança, saúde e sustentabilidade. Zurique, Singapura e Aarhus também estão entre as cidades mais bem avaliadas. O estudo considerou fatores como cidadania, meio ambiente, economia e mobilidade, mostrando que as cidades que promovem o bem-estar dos moradores têm melhores resultados. Copenhague é conhecida por sua infraestrutura de transporte eficiente e espaços verdes, enquanto Zurique se destaca pela segurança e limpeza. Singapura é valorizada pela eficiência administrativa e programas de saúde. Aarhus combina características urbanas com um forte senso de comunidade. O estudo ressalta que a felicidade nas cidades depende de políticas públicas eficazes e sustentáveis.
Copenhague, na Dinamarca, foi eleita a cidade mais feliz do mundo no Índice Cidade Feliz 2025, elaborado pelo Institute for Quality of Life. A capital dinamarquesa obteve 1.039 pontos, destacando-se em governança, saúde e sustentabilidade. O ranking incluiu 31 cidades como “Cidades de Ouro”, com Zurique, Singapura e Aarhus em seguida.
O estudo avaliou 82 indicadores em seis categorias: cidadania, governança, meio ambiente, economia, saúde e mobilidade. As cidades que se destacaram implementaram políticas que promovem o bem-estar dos moradores, como espaços verdes e sistemas de saúde eficientes. Copenhague se destacou pela governança transparente e infraestrutura de mobilidade.
Zurique, em segundo lugar, é reconhecida pela qualidade da saúde pública e estabilidade econômica. Singapura, na terceira posição, é valorizada pela eficiência administrativa e segurança. O estudo também incluiu grandes metrópoles como Nova York (17ª) e Londres (31ª), mostrando que a felicidade urbana não se limita a cidades menores.
Políticas de Bem-Estar
O Institute for Quality of Life enfatiza que não existe uma fórmula única para a felicidade urbana. As cidades que se destacam são aquelas que adotam boas práticas de governança e sustentabilidade. O instituto afirmou que o objetivo é reconhecer cidades que buscam soluções reais para melhorar a vida dos moradores.
A ausência de cidades brasileiras no ranking levanta questões sobre os desafios urbanos e as políticas públicas no país. O estudo sugere que a felicidade urbana depende de políticas consistentes que priorizem o bem-estar dos cidadãos.
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