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Gordura no fígado aflige 62% dos brasileiros, mas conhecimento é limitado

A falta de conhecimento sobre gordura no fígado é alarmante; 62% dos brasileiros se preocupam, mas 24% desconhecem métodos de diagnóstico.

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Uma pesquisa do Datafolha mostrou que 62% dos brasileiros estão preocupados com o diagnóstico de gordura no fígado, uma condição que afeta cerca de 30% da população mundial. No entanto, 24% dos entrevistados não sabem como a doença é diagnosticada. O estudo, realizado entre 11 e 13 de fevereiro com 2.013 pessoas, revelou que apenas 19% conhecem o termo técnico para a doença, enquanto 44% não sabem como se referir ao acúmulo de gordura no fígado. A pesquisa também indicou que 66% dos participantes estão acima do peso, um fator que está ligado à doença. Além disso, 52% mencionaram exames de sangue como forma de diagnóstico, e 28% citaram exames de imagem. A inflamação não tratada pode levar a problemas graves, como cirrose. Em 2023, o Brasil teve 2.365 transplantes de fígado, e 55% dos brasileiros consomem bebidas alcoólicas, o que aumenta o risco da doença. A médica Cristiane Villela destacou que é importante entender a gordura no fígado e que o tratamento deve incluir mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e exercícios físicos. A falta de conhecimento sobre a doença é preocupante, já que 14% acreditam que chás podem tratá-la.

A pesquisa Datafolha revelou que 62% dos brasileiros expressam preocupação com o diagnóstico de gordura no fígado, uma condição que afeta cerca de 30% da população mundial. No entanto, 24% dos entrevistados não sabem quais métodos são utilizados para diagnosticar essa doença crônica. O levantamento, realizado entre 11 e 13 de fevereiro, entrevistou 2.013 pessoas e foi feito em parceria com a Novo Nordisk.

A falta de conhecimento sobre a esteatose hepática é alarmante. Apenas 19% dos entrevistados conhecem o termo técnico, enquanto 44% não sabem como se referir ao acúmulo de gordura no fígado. O termo mais citado foi “cirrose”, mencionado por 32%. A pesquisa também destacou que 66% dos participantes estão acima do peso, refletindo uma preocupação com fatores metabólicos como obesidade e diabetes, que estão associados à doença.

Diagnóstico e Tratamento

A pesquisa aponta uma lacuna no conhecimento sobre os exames necessários para diagnosticar a gordura no fígado. 52% dos entrevistados mencionaram exames de sangue, enquanto 28% citaram exames de imagem. A condição pode aumentar o risco de doenças cardíacas e até câncer. A professora Cristiane Villela, da UFRJ, alerta que a inflamação não tratada pode levar a complicações graves, como cirrose e necessidade de transplante.

Em 2023, o Brasil registrou 2.365 transplantes hepáticos. A prevalência de obesidade é significativa, com 66% dos entrevistados nessa categoria. A pesquisa também revelou que 55% dos brasileiros consomem bebidas alcoólicas, um fator de risco para a doença. Para 58%, o excesso de peso é o principal contribuinte para o acúmulo de gordura no fígado.

Conscientização e Hábitos

A falta de conscientização sobre a gordura no fígado é preocupante. A médica Cristiane Villela enfatiza a necessidade de entender a doença para combatê-la. A pesquisa mostrou que 14% dos brasileiros acreditam que chás podem tratar a condição, o que preocupa especialistas. O tratamento deve focar em mudanças no estilo de vida, como uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas.

A professora ressalta que ser sedentário é prejudicial não apenas para o fígado, mas também para a saúde geral. A conscientização da população sobre a gordura no fígado precisa ser ampliada, uma vez que a doença é crônica e requer atenção semelhante à hipertensão e diabetes.

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