Uma onça-pintada fêmea chamada Ruana foi levada de avião do BioParque Vale Amazônia para o Zoológico de São Paulo. A viagem durou quatro horas e faz parte de um programa para ajudar a conservar a espécie, que está ameaçada de extinção. Ruana, que tem três anos, ficará em adaptação antes de ser apresentada ao macho Raimundinho para reprodução. O transporte foi feito pelo programa Avião Solidário, que ajuda a levar animais silvestres para instituições de preservação. O veterinário Nereston de Camargo comentou que é importante dar uma nova chance a filhotes que sofreram maus-tratos. Ruana faz parte de um plano nacional para conservar a espécie, que inclui garantir a diversidade genética. Antes de interagir com Raimundinho, ela passará por quarentena sob a supervisão de profissionais. Após esse período, começará um processo de socialização, que é importante para a reprodução. A gestação da onça-pintada dura entre 90 e 110 dias, e os filhotes ficam com a mãe por até dois anos. Ruana foi criada com sua mãe Marília, que foi resgatada do tráfico, e seu irmão Rudá, que também foi transferido para uma instituição em São Paulo. Esses movimentos fazem parte de uma estratégia para proteger a onça-pintada, um símbolo da fauna brasileira.
Uma onça-pintada fêmea, chamada Ruana, foi transportada de avião do BioParque Vale Amazônia para o Zoológico de São Paulo nesta sexta-feira, 16. A viagem, que durou quatro horas, faz parte de um programa de conservação da espécie ameaçada de extinção. Ruana, que tem três anos, passará por um período de adaptação antes de ser apresentada ao macho Raimundinho, com o objetivo de reprodução.
O transporte aéreo foi realizado dentro do programa Avião Solidário, da Latam, que há 13 anos realiza o transporte gratuito de animais silvestres em parceria com instituições de preservação. O veterinário Nereston de Camargo, do BioParque, destacou a importância de oferecer uma segunda chance a filhotes que sofreram com maus-tratos e tráfico de animais. “Possibilitamos que iniciem novas histórias e contribuam para a preservação das espécies”, afirmou.
Ruana faz parte do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Espécie, uma iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O objetivo é garantir a diversidade genética e o manejo responsável de espécies ameaçadas fora do ambiente natural, uma estratégia conhecida como conservação ex situ. Antes de qualquer interação com Raimundinho, Ruana ficará em quarentena, sob a supervisão de biólogos e veterinários.
Após a quarentena, começará um processo cuidadoso de socialização, essencial para o sucesso da reprodução. A gestação da onça-pintada dura entre 90 e 110 dias, e na natureza, os filhotes permanecem com a mãe por até dois anos. Ruana foi criada ao lado da mãe Marília, resgatada do tráfico ilegal, e do irmão Rudá, que também foi transferido para uma instituição em São Paulo. Esses deslocamentos fazem parte de uma estratégia nacional para preservar a onça-pintada, símbolo da fauna brasileira e atualmente ameaçada de extinção.
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