Cientistas da UFRJ alertaram que os rios de Angra dos Reis estão impróprios para mergulho. Um estudo mostrou que os níveis de coliformes fecais estão 70 vezes acima do permitido, além da presença de bactérias resistentes e metais pesados como chumbo e alumínio. A pesquisa, publicada na revista Science of The Total Environment, pede ações urgentes, como a instalação de Unidades de Tratamento de Rios e melhorias no sistema de esgoto, que atualmente atende apenas 33% da população local.
Cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) alertam que os rios de Angra dos Reis estão impróprios para mergulho. Um estudo liderado pelo biólogo Fabiano Thompson revelou que os níveis de coliformes fecais estão setenta vezes acima do permitido. Além disso, foram encontradas bactérias resistentes e metais pesados, como chumbo e alumínio.
A pesquisa, publicada na revista *Science of The Total Environment* e apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), destaca a urgência de medidas para reverter a situação. Atualmente, apenas trinta e três por cento da população local tem acesso ao tratamento de esgoto, o que agrava a poluição dos corpos hídricos.
Os pesquisadores recomendam a implementação de Unidades de Tratamento de Rios e a ampliação da coleta e tratamento de esgoto. A falta de infraestrutura adequada contribui para a contaminação dos rios, que são essenciais para a biodiversidade e o turismo na região.
A situação em Angra dos Reis é preocupante, pois a poluição não afeta apenas a saúde pública, mas também compromete a beleza natural que atrai turistas. A comunidade e as autoridades devem agir rapidamente para garantir a preservação ambiental e a saúde da população.
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