A prática de soroterapia, também chamada de soro da beleza, está gerando preocupações entre os profissionais de saúde. A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Associação Brasileira de Nutrologia alertaram sobre os riscos do uso desse tratamento estético, que envolve a aplicação intravenosa de vitaminas e minerais. Embora seja promovido como uma forma de melhorar a pele e aumentar a energia, não há provas científicas que garantam sua eficácia e segurança em pessoas saudáveis. Especialistas afirmam que a suplementação intravenosa deve ser feita apenas em casos específicos, como em pacientes com problemas de absorção de nutrientes. Além disso, o uso de soroterapia em salões de beleza ou clínicas de estética é considerado perigoso, pois pode causar infecções, alergias e até intoxicações. Um caso recente de morte de uma mulher grávida após receber uma injeção de vitaminas reforça esses riscos. Os médicos recomendam que a melhor maneira de obter nutrientes é por meio de uma alimentação saudável e que qualquer suplementação deve ser feita com orientação profissional. A falta de regulamentação e a disseminação de informações falsas nas redes sociais são preocupações adicionais.
A prática da soroterapia, também conhecida como soro da beleza, tem gerado preocupações entre especialistas da saúde. A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) emitiram notas oficiais alertando sobre os riscos associados ao uso indiscriminado desse procedimento estético.
A soroterapia envolve a aplicação intravenosa de vitaminas e minerais, prometendo benefícios como melhora da pele, crescimento capilar e aumento da energia. No entanto, não há evidências científicas que comprovem a eficácia e segurança desse tratamento em pessoas saudáveis. O endocrinologista Clayton Macedo destaca que a suplementação endovenosa deve ser utilizada apenas em casos específicos, como em pacientes com dificuldades de absorção de nutrientes.
A médica nutróloga Marcella Garcez enfatiza que o termo “soroterapia” é uma construção comercial, sem respaldo científico. Ela explica que a aplicação de nutrientes por via intravenosa deve ser feita sob supervisão médica e em ambientes adequados, como hospitais ou clínicas regulamentadas. A prática em salões de beleza ou clínicas de estética é inadequada e pode ser perigosa.
Os riscos incluem infecções, alergias e intoxicações, podendo levar a complicações graves. Um caso recente envolveu a morte de uma mulher grávida após receber uma injeção de vitaminas. A SBD também critica a falta de evidências científicas para a segurança do procedimento, alertando sobre os perigos de doses excessivas.
Os especialistas concordam que a melhor forma de obter nutrientes é por meio de uma alimentação equilibrada. A suplementação, quando necessária, deve ser individualizada e realizada sob orientação profissional. A proliferação de práticas não regulamentadas e a pseudociência nas redes sociais são preocupantes, destacam os médicos.
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