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Robert F. Kennedy Jr. critica OMS e sugere criação de novas instituições de saúde

Robert F. Kennedy Jr. critica a OMS como "moribunda" e sugere novas instituições de saúde, enquanto países firmam acordo para pandemias.

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Robert F. Kennedy Jr., Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) durante uma assembleia em Genebra, chamando-a de “moribunda” e sugerindo a criação de novas instituições de saúde. Ele pediu que os países considerassem a retirada dos EUA da OMS como um alerta e mencionou que já conversou com nações que pensam de forma semelhante. Kennedy destacou que a OMS enfrenta problemas como burocracia e conflitos de interesse, e afirmou que o novo acordo adotado pelos países membros para futuras pandemias só consolidaria as falhas da organização.

O Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., criticou a Organização Mundial da Saúde (OMS) durante a assembleia anual do órgão, realizada em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira, 20 de maio. Em um vídeo, ele a chamou de “moribunda” e sugeriu a criação de novas instituições de saúde.

Os Estados Unidos, que foram o maior doador da OMS, anunciaram sua retirada da organização no início da presidência de Donald Trump, em 2020. Essa saída gerou um déficit orçamentário significativo, que a OMS busca resolver por meio de reformas discutidas na assembleia. Kennedy pediu que os ministros da saúde do mundo considerassem a retirada dos EUA como um alerta.

Em seu discurso, Kennedy afirmou que a OMS está “presa a um inchaço burocrático, paradigmas enraizados, conflitos de interesse e política de poder internacional.” Ele propôs que novas instituições ou revisões de instituições existentes sejam criadas para serem “enxutas, eficientes, transparentes e responsáveis.”

Os comentários de Kennedy foram feitos logo após a adoção de um acordo pelos países membros para melhorar a preparação para futuras pandemias. Ele criticou o acordo, afirmando que ele “consolidaria todas as disfunções da resposta da OMS à pandemia.” O discurso de Kennedy não gerou reações imediatas entre os diplomatas e ministros presentes na assembleia.

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