Kevin Liévano-Romero é um estudante de doutorado em parasitologia na Universidade de Nebraska-Lincoln. Ele cresceu em Bogotá, onde teve contato com parasitas desde pequeno, influenciado pela medicina tradicional de sua mãe. Atualmente, ele estuda parasitas de morcegos e como eles interagem com vírus, o que é importante para a saúde pública na Colômbia. Liévano-Romero se interessou por esses organismos após ter sua primeira experiência com um parasita aos sete anos. Ele se formou em medicina veterinária e trabalhou em clínicas de vida selvagem, onde lidou com animais vítimas do tráfico ilegal. Sua pesquisa é relevante, pois muitos morcegos na Colômbia podem carregar parasitas perigosos, como o Trypanosoma cruzi, que causa a doença de Chagas. Apesar de muitos parasitas não serem letais, eles podem causar problemas de saúde, especialmente em crianças. Liévano-Romero acredita que a complexidade dos parasitas é fascinante e continua a usar remédios tradicionais que aprendeu na infância para tratar infecções. Ele decidiu fazer seu doutorado após participar de um curso sobre parasitas, onde conheceu outros pesquisadores e se animou com a possibilidade de explorar mais sobre o tema.
Kevin Liévano-Romero, estudante de doutorado em parasitologia na Universidade de Nebraska-Lincoln, investiga parasitas de morcegos e suas interações com vírus. Natural de Bogotá, ele foi influenciado por sua mãe e tradições de medicina local desde a infância.
Liévano-Romero, que teve sua primeira experiência com parasitas aos sete anos, estuda a importância desses organismos para a saúde pública na Colômbia. O país abriga cerca de duzentas espécies de morcegos, que podem ser portadoras de parasitas perigosos, como o Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas.
A pesquisa do doutorando também analisa como os vírus afetam a saúde dos morcegos e sua resistência a infecções. Embora a maioria das infecções parasitárias na Colômbia não sejam fatais, elas podem causar anemia e crescimento prejudicado em crianças. Um relatório de 2012 a 2014 revelou que 81% das crianças no país ainda apresentavam pelo menos um tipo de parasita.
Durante sua formação, Liévano-Romero se destacou na documentação de espécies de ectoparasitas de morcegos, contribuindo para o conhecimento sobre a biodiversidade da Colômbia. Após se formar em medicina veterinária, ele atuou como veterinário e participou de pesquisas sobre biodiversidade, frequentemente contraindo infecções parasitárias.
A experiência de Liévano-Romero com medicina tradicional, como o uso de ervas locais para tratar infecções, reflete a realidade de muitas comunidades rurais na Colômbia, onde o acesso a tratamentos modernos é limitado. Ele continua a explorar a complexidade dos parasitas e sua relação com a saúde pública, buscando soluções para melhorar a qualidade de vida nas áreas afetadas.
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