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Dieta hiperproteica pode prejudicar a saúde, alerta especialista em nutrição

Consumo excessivo de proteínas pode causar sérios problemas renais e cardíacos, alerta urologista. Monitoramento profissional é essencial.

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O consumo de proteínas aumentou muito, especialmente entre jovens que vão à academia. O urologista Cassio Andreoni, do Hospital Albert Einstein, alerta que o excesso de proteínas pode causar problemas nos rins e no coração. Ele recomenda que a suplementação de proteínas seja feita com acompanhamento profissional. A necessidade diária de proteína varia de 0,6 a 0,8 gramas por quilo de peso. Para uma pessoa de 70 quilos, isso significa entre 40 e 50 gramas por dia, mas muitos consomem até 120 gramas, principalmente com suplementos. Andreoni observa que, embora quem se exercita intensamente possa precisar de mais proteína, muitos que fazem atividades leves consomem em excesso, o que pode aumentar a creatinina no sangue e indicar danos nos rins. O uso de anabolizantes junto com dietas ricas em proteínas também aumenta os riscos à saúde. Ele menciona que a formação de cálculos renais está crescendo entre os jovens e recomenda que as pessoas verifiquem a saúde dos rins antes de iniciar dietas assim. Para evitar problemas, é importante se manter bem hidratado e observar a cor da urina, que deve ser clara. O médico sugere que frutas cítricas podem ajudar a reduzir a acidez da urina e diminuir o risco de pedras nos rins.

O consumo de proteínas tem crescido exponencialmente, especialmente entre os jovens que frequentam academias. O urologista Cassio Andreoni, do Hospital Albert Einstein, alerta para os riscos associados ao excesso de proteínas, que podem resultar em problemas renais e cardíacos. Ele recomenda que a suplementação seja sempre acompanhada por um profissional de saúde.

A dieta moderna está repleta de produtos ricos em proteínas, como barrinhas, shakes e iogurtes. O médico explica que a necessidade diária de proteína varia entre 0,6 a 0,8 gramas por quilo de peso. Para uma pessoa de 70 quilos, isso significa consumir entre 40 e 50 gramas de proteína por dia. No entanto, muitos ultrapassam essa quantidade, chegando a 120 gramas diárias, especialmente com o uso de suplementos.

Andreoni destaca que a prática de exercícios intensos pode justificar um aumento na ingestão de proteínas, mas alerta que muitos praticantes de atividades leves acabam consumindo quantidades desproporcionais. Isso pode levar a um aumento da creatinina no sangue, indicando um possível dano renal. O médico observa que o consumo excessivo de proteínas pode causar hiperfiltração, aumentando o risco de lesões nos rins.

Riscos Associados

O urologista também aponta que o uso de anabolizantes em combinação com dietas hiperproteicas agrava ainda mais os riscos à saúde. Jovens que buscam ganhar massa muscular podem não perceber que o excesso de proteína não se traduz diretamente em ganho muscular, mas sim em sobrecarga renal.

Além disso, Andreoni menciona que a formação de cálculos renais está em ascensão, especialmente entre jovens. Ele recomenda que as pessoas se informem sobre a saúde renal antes de iniciar dietas ricas em proteínas e que realizem monitoramentos regulares, como a medição da creatinina no sangue.

Para prevenir problemas, é fundamental manter uma hidratação adequada e observar a coloração da urina. A urina deve ser clara, indicando boa hidratação. O médico sugere que a ingestão de frutas cítricas pode ajudar a reduzir a acidez da urina, diminuindo o risco de formação de pedras nos rins.

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