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Gaza teme colapso de abastecimento de água com ofensiva israelense em expansão

### Crise Hídrica em Gaza A escassez de água em Gaza se agrava com a intensificação da ofensiva militar israelense, resultando em novas ondas de deslocamento. As instalações de dessalinização e saneamento estão à beira de uma paralisação total devido à falta de combustível. A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que, sem entregas imediatas de combustível, as operações de água e saneamento podem ser interrompidas até o final da semana. Desde o início de março, Israel cortou o fornecimento de energia para as principais plantas de dessalinização, essenciais para a população local. Essas medidas visam pressionar o Hamas a libertar os reféns. Embora Israel tenha anunciado a permissão para a entrada de suprimentos básicos, o combustível ainda não foi incluído. Recentemente, alguns caminhões da ONU conseguiram entregar água, mas a distribuição permanece limitada. Moradores relatam que, durante os dezenove meses de conflito, as crianças têm consumido água salobra, resultando em um aumento de problemas renais. ### Impacto na Saúde Jonathan Crickx, da UNICEF, observou que a produção de água em uma planta no sul de Gaza foi reduzida em oitenta por cento devido à falta de eletricidade. A necessidade de combustível para a produção e transporte da água torna a situação ainda mais crítica. A ONU informou que, no norte de Gaza, não há combustível disponível e que apenas metade do necessário foi recebido na última semana. Em Gaza do Sul, as instalações de água não receberam combustível, embora sejam necessários cento e quarenta mil litros por semana para manter os serviços. A falta de recursos tem reduzido as horas de operação das instalações em mais de vinte por cento. A OCHA (Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários) destacou que a situação se torna mais desafiadora com o aumento da ofensiva militar e o deslocamento de cerca de cento e quarenta mil pessoas. Dr. Ghazi al-Yazji, especialista em rins no hospital al-Shifa, relatou um aumento de infecções e condições causadas pela água contaminada. Ele observou que os casos são mais frequentes entre crianças, com um número crescente de pacientes necessitando de diálise. A crise hídrica em Gaza, já crítica antes do conflito, agora se torna uma questão de saúde pública urgente. ### Linha Fina A crise hídrica em Gaza se agrava, com instalações de água à beira da paralisação e aumento de doenças entre crianças.

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A situação da água em Gaza piorou com a intensificação do conflito, levando a um risco de paralisação total das instalações de água e saneamento. A ONU alertou que, sem combustível, essas operações podem parar em breve. Desde março, Israel cortou a energia das plantas de dessalinização, essenciais para a população. Embora alguns suprimentos básicos tenham sido permitidos, o combustível não está incluído. Moradores relatam que as crianças estão consumindo água salobra, o que tem causado problemas de saúde, como infecções renais. A produção de água em uma planta no sul caiu 80% por falta de eletricidade, e as instalações de água em Gaza do Sul precisam de 140 mil litros de combustível por semana para funcionar, mas não receberam nada. A situação se torna mais crítica com o deslocamento de 140 mil pessoas devido ao conflito. Especialistas estão vendo um aumento de casos de doenças relacionadas à água contaminada, especialmente entre crianças, que agora precisam de diálise. A crise hídrica em Gaza é uma questão urgente de saúde pública.

Crise Hídrica em Gaza

A escassez de água em Gaza se agrava com a intensificação da ofensiva militar israelense, resultando em novas ondas de deslocamento. As instalações de dessalinização e saneamento estão à beira de uma paralisação total devido à falta de combustível.

A ONU alertou que, sem entregas imediatas de combustível, as operações de água e saneamento podem ser interrompidas até o final da semana. Desde o início de março, Israel cortou o fornecimento de energia para as principais plantas de dessalinização, essenciais para a população local. Essas medidas visam pressionar o Hamas a libertar os reféns.

Embora Israel tenha anunciado a permissão para a entrada de suprimentos básicos, o combustível ainda não foi incluído. Recentemente, alguns caminhões da ONU conseguiram entregar água, mas a distribuição permanece limitada. Moradores relatam que, durante os 19 meses de conflito, as crianças têm consumido água salobra, resultando em um aumento de problemas renais.

Impacto na Saúde

Jonathan Crickx, da Unicef, observou que a produção de água em uma planta no sul de Gaza foi reduzida em 80% devido à falta de eletricidade. A necessidade de combustível para a produção e transporte da água torna a situação ainda mais crítica. A ONU informou que, no norte de Gaza, não há combustível disponível e que apenas metade do necessário foi recebido na última semana.

Em Gaza do Sul, as instalações de água não receberam combustível, embora sejam necessários 140 mil litros por semana para manter os serviços. A falta de recursos tem reduzido as horas de operação das instalações em mais de 20%. A OCHA destacou que a situação se torna mais desafiadora com o aumento da ofensiva militar e o deslocamento de cerca de 140 mil pessoas.

Dr. Ghazi al-Yazji, especialista em rins no hospital al-Shifa, relatou um aumento de infecções e condições causadas pela água contaminada. Ele observou que os casos são mais frequentes entre crianças, com um número crescente de pacientes necessitando de diálise. A crise hídrica em Gaza, já crítica antes do conflito, agora se torna uma questão de saúde pública urgente.

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