A psicologia tem mudado bastante ao longo do tempo, refletindo as transformações sociais e culturais. Hoje, há um debate intenso sobre como o ativismo social influencia essa área, com críticas a profissionais como Marian Rojas Estapé e Rafael Santandreu. O termo “woke”, que surgiu em comunidades afro-americanas, se refere à consciência social sobre injustiças, e ganhou força com o movimento Black Lives Matter. Nos últimos anos, o uso do termo passou a ser pejorativo, sendo usado por quem critica o ativismo e a correção política. A psicologia, que antes focava apenas no comportamento individual, agora busca entender a importância dos contextos sociais na saúde mental. Essa mudança gerou discussões sobre os limites da psicologia como ciência e seu envolvimento com o ativismo. Embora a psicologia tenha evoluído para ser mais inclusiva e crítica, a versão popular da psicologia, muitas vezes ligada à autoajuda, não aborda os desafios reais da saúde mental e da justiça social. A psicologia que se propõe a ser “woke” busca promover o bem-estar considerando as particularidades de cada pessoa e as estruturas sociais.
A psicologia contemporânea enfrenta um intenso debate sobre a influência do ativismo social na prática e na teoria da disciplina. Críticos, como Marian Rojas Estapé e Rafael Santandreu, são questionados sobre a linha tênue entre ciência e ativismo. O termo “woke”, que se refere à consciência social, ganhou destaque após o movimento Black Lives Matter, refletindo uma nova abordagem em saúde mental.
A psicologia, que evoluiu de uma perspectiva metafísica para uma ciência do comportamento humano, agora busca integrar fatores sociais e culturais em suas análises. Essa mudança é vista como uma resposta à necessidade de compreender melhor a saúde mental em contextos diversos. No entanto, a popularização de uma psicologia voltada para a autoajuda tem gerado críticas, pois muitas vezes reproduz ideias hegemônicas que enfatizam a responsabilidade individual.
A evolução da psicologia se deu ao longo dos séculos, desde suas definições na Idade Média até a consolidação como ciência no século XIX. O surgimento do comportamento como foco principal no século XX, influenciado pelo pragmatismo, trouxe um olhar mais científico, mas limitou a análise a aspectos observáveis e mensuráveis. A crise desse modelo levou a uma reavaliação que agora inclui processos mentais e sociais.
Atualmente, a psicologia busca ser mais inclusiva e crítica, reconhecendo a importância do contexto social na saúde mental. Essa nova abordagem visa promover a equidade e a justiça social, desafiando crenças arraigadas. A discussão sobre a “psicologia woke” destaca a necessidade de um olhar mais atento às particularidades individuais e sociais, enfatizando que a saúde mental deve ser abordada de forma holística e crítica.
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