No último sábado, uma mulher deu à luz na rua em Valladolid depois que um taxista se recusou a levá-la ao hospital. A mulher estava saindo do cinema com o parceiro quando começou a sentir contrações. Ao chamar o táxi, o motorista percebeu que ela estava em trabalho de parto e pediu que eles saíssem do carro. A Polícia Municipal e uma ambulância chegaram rapidamente para ajudar, e o bebê nasceu saudável, apesar do parto ter ocorrido em uma área movimentada. O presidente de Radio Taxi Valladolid informou que o motorista não faz parte da sua organização e lamentou a situação, explicando que o taxista pode ter agido por medo ou nervosismo. Ele também destacou que a recusa em ajudar uma pessoa em necessidade, como uma mulher em trabalho de parto, é considerada um crime de omissão de socorro.
Uma mulher deu à luz na rua em Valladolid no último sábado, após um taxista se recusar a levá-la ao hospital. O incidente gerou indignação no setor de táxis e críticas à atitude do motorista. A situação ocorreu nas proximidades de um centro comercial, onde a mulher, que estava saindo do cinema, começou a sentir contrações.
O marido solicitou um táxi para o hospital, mas o motorista, ao perceber que a mulher estava em trabalho de parto, pediu que eles deixassem o veículo. A Polícia Municipal e uma ambulância chegaram rapidamente para ajudar no parto, que ocorreu em plena via pública, perto de um cruzamento movimentado. Apesar das circunstâncias, o bebê nasceu saudável.
O presidente da Radio Taxi Valladolid, Óscar Ordóñez, afirmou que o motorista não pertence à sua organização e lamentou o ocorrido. Ele destacou que a polícia já está em contato com o motorista, cuja identidade ainda não foi revelada. Ordóñez reconheceu que o taxista pode ter agido por medo ou nervosismo, mas ressaltou que a negativa em atender uma mulher em trabalho de parto é inaceitável.
A legislação municipal de Valladolid estabelece que um taxista só pode recusar um cliente em situações específicas, como atividades ilícitas ou se o passageiro estiver sob efeito de substâncias que representem perigo. A omissão de socorro, como no caso da mulher em trabalho de parto, é considerada um crime.
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