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Academia de Copacabana retoma atividades após morte de aluna e polêmica nas redes sociais

Academia em Copacabana reabre após morte de aluna, ironiza críticas e investigações sobre falta de desfibrilador continuam. Sepultamento ocorre hoje.

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A academia Forma Fitness, em Copacabana, reabriu suas portas após a morte de Dayane de Jesus, de 22 anos, durante um treino. O incidente ocorreu quando ela passou mal e não havia desfibrilador no local, levando à interdição da academia pela polícia. No comunicado de reabertura, a academia ironizou as críticas, afirmando que é “obcecada por segurança”. O sepultamento de Dayane está marcado para hoje, e a polícia investiga se a falta do desfibrilador contribuiu para sua morte. A academia afirmou que sempre seguiu as regras do Conselho Regional de Educação Física e está colaborando com as investigações. Após a interdição, adquiriu um desfibrilador e dará três dias extras aos alunos como compensação. O laudo do Instituto Médico-Legal ainda não foi concluído, e a polícia pretende ouvir testemunhas do incidente. Dayane, estudante de Relações Internacionais na UFRJ, estava prestes a completar 23 anos e já trabalhava na área. O caso gerou revolta entre familiares e amigos, que criticaram a postura da academia.

A academia Forma Fitness, localizada em Copacabana, anunciou a reabertura de suas atividades nesta sexta-feira, após a morte da aluna Dayane de Jesus, de 22 anos, durante um treino. O incidente ocorreu na última terça-feira, quando a jovem passou mal e não havia desfibrilador no local, o que gerou uma interdição pela Polícia Civil.

No comunicado de reabertura, a academia ironizou as críticas recebidas, afirmando que é “obcecada por segurança” e que quem discorda de sua postura deve deixar o espaço. O sepultamento de Dayane está agendado para esta tarde, e a polícia investiga se a ausência do desfibrilador contribuiu para sua morte.

A direção da academia destacou que a unidade sempre atuou conforme as diretrizes do Conselho Regional de Educação Física e que está colaborando com as investigações. A legislação municipal, aprovada em 2022, exige que academias tenham desfibriladores e que as equipes sejam treinadas para utilizá-los. O delegado Angelo Lages, da 12ª DP, afirmou que a investigação busca determinar se a falta do equipamento poderia ter evitado a fatalidade.

Após a interdição, a academia adquiriu um desfibrilador e anunciou que os alunos terão três dias adicionais em seus contratos como compensação pelo período de fechamento. O laudo do Instituto Médico-Legal ainda não foi conclusivo, e um laudo complementar deve ser entregue em breve.

Dayane de Jesus, estudante de Relações Internacionais na UFRJ, estava prestes a completar 23 anos e já trabalhava na área. O caso gerou indignação entre familiares e amigos, que criticaram a falta de respeito demonstrada pela academia em sua comunicação. A investigação continua, e a polícia pretende ouvir testemunhas que estavam presentes no momento do incidente.

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