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Academia de Copacabana se pronuncia novamente após morte de aluna e apaga notas anteriores

Academia Forma Fitness se pronuncia após a morte de Dayane de Jesus, oferecendo esclarecimentos e adquirindo desfibrilador. Justiça é buscada.

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A academia Forma Fitness, em Copacabana, lamentou a morte de Dayane de Jesus, de 22 anos, que faleceu durante um treino. O incidente aconteceu na última terça-feira, quando ela passou mal e caiu. A academia foi interditada pela Polícia Civil por não ter um desfibrilador, que é essencial em emergências. Na nova nota, a academia expressa condolências à mãe de Dayane e se oferece para esclarecer dúvidas, após apagar postagens anteriores que geraram polêmica. Um amigo da família criticou a postura da academia. A investigação está apurando se a falta do desfibrilador contribuiu para a morte, e se isso for confirmado, o responsável poderá ser acusado de homicídio culposo. Uma lei municipal exige que academias tenham desfibriladores e equipes treinadas. Após a interdição, a academia adquiriu um desfibrilador e voltou a funcionar. O laudo sobre a causa da morte foi inconclusivo, e um novo laudo deve ser entregue em 30 dias. A academia também dará três dias extras aos alunos devido à interdição, enquanto a comunidade e a família de Dayane buscam respostas.

A academia Forma Fitness, localizada em Copacabana, divulgou uma nova nota lamentando a morte de Dayane de Jesus, de 22 anos, que faleceu durante um treino no local. O incidente ocorreu na última terça-feira, quando a jovem passou mal e caiu enquanto se exercitava. A academia foi interditada pela Polícia Civil devido à ausência de um desfibrilador, equipamento considerado essencial para situações de emergência.

Na nova comunicação, a academia expressa seus sentimentos à mãe de Dayane, Rose de Jesus, e se coloca à disposição para esclarecimentos. A nota surge após a exclusão de postagens anteriores que geraram polêmica, incluindo uma que sugeria que clientes e funcionários insatisfeitos com a postura da academia deveriam deixar o local. O amigo da família, Raphael D’Ávila, criticou a atitude da academia, questionando se estavam “debochando” da situação.

A investigação da 12ª DP (Copacabana) apura se a falta do desfibrilador contribuiu para a morte de Dayane. O delegado Angelo Lages afirmou que, se comprovado que o equipamento poderia ter salvado a vida da jovem, o responsável pela academia poderá ser acusado de homicídio culposo. Uma lei municipal de 2022 exige que academias tenham desfibriladores e que suas equipes sejam treinadas para usá-los.

Após a interdição, a academia adquiriu um desfibrilador e foi liberada para retomar as atividades. A nova nota destaca que a Forma Fitness sempre atuou em conformidade com as normas legais e administrativas. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) sobre a causa da morte de Dayane foi inconclusivo, e um laudo complementar foi solicitado, com previsão de entrega em 30 dias.

A academia também anunciou que os alunos terão três dias adicionais em seus contratos devido à interdição. A situação continua a gerar repercussão, com a comunidade e a família de Dayane buscando respostas e justiça.

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