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Dormir em excesso pode trazer efeitos surpreendentes para a sua saúde

Dormir em excesso pode ser tão prejudicial quanto a privação de sono. Entenda os riscos à saúde e os efeitos no humor e na cognição.

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Dormir é muito importante para a saúde, e os adultos devem descansar entre sete e nove horas por noite. No entanto, pesquisas recentes mostram que dormir mais de dez horas pode ser ruim, causando problemas de humor, dificuldades de concentração e aumentando o risco de doenças como diabetes tipo 2 e problemas cardíacos. Embora a falta de sono já seja bem estudada, o sono excessivo também é preocupante. Fatores como genética, apneia do sono e depressão podem levar as pessoas a dormir demais. Dormir muito pode causar irritabilidade e cansaço durante o dia, além de afetar a memória. A Sociedade Europeia de Cardiologia alerta que dormir mais de oito horas está ligado a um maior risco de doenças do coração. O sedentarismo, que muitas vezes acompanha o sono excessivo, pode levar à obesidade, especialmente se a alimentação não for saudável. Além disso, dormir demais pode prejudicar o metabolismo da glicose, aumentando o risco de diabetes tipo 2 e causando desconfortos como dor de estômago.

O sono é fundamental para a saúde física e mental, com recomendações de sete a nove horas de descanso para adultos. Contudo, estudos recentes revelam que dormir mais de dez horas por dia pode ser prejudicial, levando a transtornos de humor, problemas cognitivos e aumentando o risco de doenças como diabetes tipo 2 e cardiovasculares.

Embora o sono insuficiente tenha sido amplamente estudado, a excessiva duração do sono também merece atenção. Especialistas apontam que fatores como genética, hipersonia, apneia do sono e depressão podem contribuir para o hábito de dormir em excesso. Em situações de estresse ou doença, o corpo pode demandar mais descanso, mas a persistência desse padrão pode ser alarmante.

Efeitos do Sono Excessivo

Dormir mais do que o necessário pode desencadear transtornos de humor, como irritabilidade e apatia. Em alguns casos, o sono excessivo é tanto um sintoma quanto uma consequência da depressão. Além disso, a memória e a concentração podem ser afetadas, com estudos mostrando que o sono prolongado prejudica funções cognitivas essenciais.

Outro impacto negativo é a alteração nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina, que pode resultar em dores de cabeça. Aqueles que dormem excessivamente frequentemente relatam cansaço durante o dia, devido à desregulação do ciclo circadiano e à inércia do sono, que provoca letargia ao acordar.

Riscos à Saúde

A Sociedade Europeia de Cardiologia alerta que dormir mais de oito horas por noite está associado a um maior risco de doenças cardiovasculares, incluindo derrames. O sedentarismo, frequentemente relacionado ao sono excessivo, pode aumentar a probabilidade de obesidade, especialmente quando combinado com uma dieta inadequada.

Além disso, o sono prolongado pode afetar o metabolismo da glicose, elevando o risco de diabetes tipo 2. Mudanças nos hábitos alimentares e desconfortos como dor de estômago também podem surgir como consequências indiretas do sono excessivo. A desregulação do relógio interno do corpo pode interferir nas funções hormonais e metabólicas, resultando em uma sensação geral de desordem.

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