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Mortes por câncer ligado ao álcool nos EUA dobram em três décadas, alerta estudo

Mortes por câncer ligado ao álcool nos EUA dobraram em 31 anos, exigindo urgência em prevenção e conscientização sobre riscos.

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Um estudo recente mostrou que o número de mortes por câncer ligado ao consumo de álcool nos Estados Unidos aumentou de 11.896 em 1990 para 23.207 em 2021. A pesquisa foi apresentada na conferência da Sociedade Americana de Oncologia Clínica e revelou que homens e pessoas com mais de 55 anos são os mais afetados. Washington, D.C., teve a maior taxa de mortalidade, enquanto Utah teve a menor. Apesar de mais pessoas estarem cientes dos riscos do álcool, ele ainda é uma grande causa de mortes por câncer. O estudo destaca a necessidade de mais ações de prevenção e conscientização sobre os perigos do consumo de álcool, que está relacionado a vários tipos de câncer, como os de mama, fígado e esôfago. A Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer classifica o álcool como um carcinógeno, ou seja, algo que pode causar câncer em humanos.

O número de mortes por cânceres relacionados ao consumo de álcool nos Estados Unidos dobrou entre 1990 e 2021, passando de 11.896 para 23.207 óbitos anuais. O dado foi apresentado em estudo na conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), em Chicago. A pesquisa, conforme o jornal CBS News, utilizou dados do Global Burden of Disease (GBD) e identificou que homens e pessoas com mais de 55 anos são os mais afetados.

Washington, D.C., registrou a maior taxa de mortalidade por cânceres associados ao álcool, enquanto Utah teve a menor. Os autores do estudo destacaram que, apesar da crescente conscientização sobre o álcool como fator de risco para câncer, ele continua a contribuir significativamente para a mortalidade.

“Nossos achados destacam a necessidade crítica de esforços de prevenção direcionados e maior conscientização para enfrentar o impacto crescente do consumo de álcool na mortalidade relacionada ao câncer,” afirmaram os pesquisadores. O álcool é reconhecido como um fator de risco para diversos tipos de câncer, incluindo cânceres de mama, fígado, estômago, esôfago, colorretal e certos tipos de cânceres de cabeça e pescoço.

A Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC) classifica o álcool como carcinógeno do Grupo 1, indicando que há evidências suficientes de que causa câncer em humanos. A análise ressalta a urgência de ações de prevenção e educação sobre os riscos associados ao consumo de álcool.

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