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2025 promete ser marcado por uma crise alimentar global sem precedentes

Corte na ajuda humanitária agrava fome na África Subsaariana e na Faixa de Gaza, com milhões em risco e políticas internacionais em xeque.

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A crise de fome no mundo piorou em 2025, afetando principalmente a África Subsaariana e a Faixa de Gaza. O Programa Mundial de Alimentos decidiu parar de ajudar 1 milhão de refugiados em Uganda, que já abriga 1,8 milhão de solicitantes de asilo. A situação é alarmante, com 52 milhões de pessoas na África Central e Ocidental enfrentando falta de alimentos. No Mali, espera-se uma grande fome, colocando muitas vidas em risco. Os cortes na ajuda internacional, como os que ocorreram na França e no Reino Unido, pioraram a situação. A França cortou 40% do seu orçamento para ajuda, enquanto o Reino Unido planeja reduzir sua ajuda internacional. Além disso, a diminuição dos recursos da ONU, que começou durante o governo de Donald Trump, resultou em uma queda significativa nos contratos da agência de ajuda dos EUA, afetando ainda mais a África Subsaariana. A fome não é causada pela falta de alimentos, mas sim pela falta de uma nova abordagem que priorize a ajuda humanitária.

A crise humanitária global se agrava em 2025, com a fome atingindo níveis alarmantes em diversas regiões, especialmente na África Subsaariana e na Faixa de Gaza. O Programa Mundial de Alimentos (PMA) anunciou o fim da ajuda alimentar para 1 milhão de refugiados em Uganda, um país que abriga 1,8 milhão de solicitantes de asilo, principalmente da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul.

A situação é crítica, com 52 milhões de pessoas na África Central e Ocidental enfrentando escassez alimentar severa. No Mali, a previsão é de uma grande fome, com milhares de vidas em risco devido à falta de água e alimentos. A escassez de recursos financeiros, agravada por cortes na ajuda internacional, tem contribuído para essa calamidade.

Impacto das Políticas Internacionais

As políticas de austeridade adotadas por países como França e Reino Unido têm resultado em cortes significativos na assistência humanitária. A França reduziu em 40% o orçamento da Agence Française de Développement, enquanto o Reino Unido planeja diminuir sua ajuda internacional para 0,3% do Produto Nacional Bruto até 2027. Essas decisões impactam diretamente a capacidade de resposta a crises alimentares.

Além disso, o desmonte das agências da ONU, iniciado durante o governo de Donald Trump, resultou em uma queda de 90% nos contratos da U.S. Agency for International Development (Usaid). Essa redução tem causado devastação na África Subsaariana, onde a fome se torna uma realidade cada vez mais presente.

Desafios e Soluções

A fome não é um problema de produção, já que a produção mundial de alimentos é suficiente. A solução requer uma nova ordem internacional que priorize valores humanitários. O Papa Francisco destacou que a política deve ser uma forma de caridade, buscando o bem comum. Sem essa mudança, milhões continuarão a enfrentar a fome e a miséria.

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