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Laudo revela que paciente morreu sem socorro em UPA no Rio de Janeiro

Cinco meses após a morte de José Augusto Mota da Silva, a família recebeu o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) que esclareceu a causa do falecimento. O documento, entregue em maio, indicou que a morte ocorreu devido a edema pulmonar, miocardiopatia dilatada e gastrite erosiva com hemorragia digestiva, e não infarto, como inicialmente informado. José Augusto faleceu em 16 de dezembro de 2022, após aguardar atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, por intensas dores abdominais. A imagem de seu corpo na cadeira da UPA gerou grande repercussão nas redes sociais e indignação pública. A irmã de José, Meiriane Mota da Silva, manifestou a frustração da família com a demora na entrega do laudo e a falta de atendimento adequado. Ela relatou que o irmão havia buscado ajuda na UPA em várias ocasiões, mas sempre foi dispensado sem o devido cuidado. Em resposta ao ocorrido, a Prefeitura do Rio demitiu treze profissionais que estavam de plantão no dia da morte de José. A Secretaria Municipal de Saúde admitiu falhas no atendimento e anunciou a revisão dos processos de acolhimento na UPA, além de um programa de capacitação para as equipes visando melhorar a segurança dos pacientes. Meiriane questionou a eficácia das ações da prefeitura e afirmou que a família busca justiça, tendo protocolado um pedido de indenização. A investigação do caso está sob a responsabilidade da Polícia Civil, enquanto uma sindicância administrativa também está em andamento. O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) e a Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores iniciaram processos para apurar as circunstâncias da morte. Douglas Batista da Silva, amigo de José, relatou que ele chegou à UPA por volta das 19h30, queixando-se de dores intensas, e que sua situação foi negligenciada até seu falecimento às 21h. **Linha fina:** Laudo do IML revela causas da morte de José Augusto; prefeitura demite 13 profissionais e investigações seguem.

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José Augusto Mota da Silva, de 32 anos, morreu em uma UPA no Rio de Janeiro em dezembro de 2022, após esperar atendimento por dores abdominais. O laudo do IML, recebido pela família cinco meses depois, apontou que a causa da morte foi edema pulmonar, miocardiopatia dilatada e gastrite erosiva, e não infarto, como inicialmente informado. A irmã de José, Meiriane, criticou a demora na entrega do laudo e a falta de atendimento, afirmando que ele já havia ido à UPA várias vezes sem receber o cuidado necessário. Em resposta, a Prefeitura demitiu 13 profissionais que estavam de plantão no dia da morte e reconheceu falhas no atendimento, prometendo melhorias. A família busca justiça e entrou com um pedido de indenização. A Polícia Civil investiga o caso e uma sindicância administrativa está em andamento, enquanto o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro e a Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores também apuram as circunstâncias da morte. Um amigo de José relatou que ele chegou à UPA por volta das 19h30, reclamando de dores intensas, e faleceu às 21h.

Cinco meses após a morte de José Augusto Mota da Silva, de 32 anos, em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, a família recebeu o laudo do Instituto Médico-Legal (IML). O documento, que chegou em maio, revelou que a causa da morte foi edema pulmonar, miocardiopatia dilatada e gastrite erosiva com hemorragia digestiva, e não infarto, como inicialmente informado.

José Augusto faleceu em 16 de dezembro de 2022, após esperar atendimento por fortes dores abdominais. A imagem do corpo na cadeira da UPA viralizou nas redes sociais, gerando indignação. A irmã de José, Meiriane Mota da Silva, expressou a frustração da família com a demora na entrega do laudo e a falta de atendimento. Segundo ela, o irmão já havia procurado a UPA diversas vezes, mas sempre era mandado embora sem o devido cuidado.

Em resposta à situação, a Prefeitura do Rio demitiu 13 profissionais que estavam de plantão no dia da morte de José. A Secretaria Municipal de Saúde reconheceu falhas no atendimento e anunciou a revisão dos fluxos de acolhimento na UPA, além de capacitação das equipes para melhorar a segurança do paciente. Meiriane questiona a veracidade das ações da prefeitura, afirmando que a família busca justiça e entrou com um pedido de indenização.

A investigação sobre o caso segue sob a responsabilidade da Polícia Civil, enquanto uma sindicância administrativa também está em andamento. O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) e a Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores abriram processos para apurar as circunstâncias da morte. Douglas Batista da Silva, amigo de José, relatou que ele chegou à UPA por volta das 19h30, reclamando de dores intensas, e que a situação foi negligenciada até seu falecimento às 21h.

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