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Consulado em Lisboa promove ‘violentômetro’ para apoiar brasileiras em Portugal

Consulado do Brasil em Lisboa apresenta o **violentômetro**, ferramenta que auxilia mulheres a identificarem violência doméstica e busca ampliar apoio.

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O consulado do Brasil em Lisboa lançou uma ferramenta chamada violentômetro para ajudar mulheres brasileiras a identificar situações de violência doméstica. Essa iniciativa, feita em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, busca aumentar a conscientização e o apoio às vítimas. A violência doméstica é um problema crescente, com muitos pedidos de ajuda recebidos pelo consulado. O violentômetro, que já existe há quase 15 anos, tem três níveis de perigo e estará disponível em formato físico no consulado e nas redes sociais, além de fornecer contatos para assistência 24 horas. O cônsul Alessandro Candeas ressaltou que essa ferramenta pode salvar vidas ao ajudar as vítimas a perceberem situações de violência que podem não reconhecer. A campanha foi lançada após um estudo do Conselho Europeu que apontou uma atitude patriarcal nos tribunais de Portugal. Além do violentômetro, Candeas criou o Espaço da Mulher Brasileira em Lisboa para oferecer mais assistência a casos de violência e combater estereótipos negativos. Em 2024, a ONU confirmou que ainda existem estigmas sobre as mulheres brasileiras, ligando-as a riscos de assédio sexual e violência de gênero.

O consulado do Brasil em Lisboa lançou o violentômetro, uma ferramenta para ajudar mulheres brasileiras a reconhecerem situações de violência doméstica. A iniciativa, em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, visa aumentar a conscientização e assistência às vítimas.

A violência doméstica é uma preocupação crescente, com muitos pedidos de ajuda registrados no consulado. O violentômetro, que já existe há quase 15 anos, apresenta três níveis de perigo e será disponibilizado em formato físico no consulado e nas redes sociais. A ferramenta também inclui contatos para assistência 24 horas, como o Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica.

O cônsul Alessandro Candeas destacou a importância da campanha de conscientização, afirmando que o violentômetro pode salvar vidas ao permitir que as vítimas reconheçam situações de violência que muitas vezes não percebem. A campanha surge após um estudo do Conselho Europeu, que apontou uma atitude patriarcal nos tribunais portugueses.

Além do violentômetro, Candeas criou o Espaço da Mulher Brasileira em Lisboa, intensificando a assistência a casos de violência e combatendo estereótipos negativos. Em 2024, a ONU confirmou a persistência de estigmas sobre as mulheres brasileiras, associando-as a riscos de assédio sexual e violência de gênero.

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