A masturbação antes da relação sexual é um assunto que gera dúvidas entre homens, mas Fernando Nestor Facio Jr., especialista em urologia, afirma que não há provas de que isso ajude a retardar a ejaculação. Ele sugere que, em vez disso, é melhor buscar terapias comportamentais e medicamentos. Entre as técnicas comportamentais, estão o método “Star-Stop”, que envolve parar a estimulação antes do orgasmo, e o “Squeeze”, que consiste em pressionar o pênis para controlar a ejaculação. Facio também desmistifica outros mitos, como a ideia de que pressionar o prepúcio pode ajudar. Ele recomenda a terapia cognitiva-comportamental para melhorar o controle ejaculatório e reduzir a ansiedade. Medicamentos, como inibidores da Fosfodiesterase tipo 5, podem ser úteis, mas devem ser usados com orientação médica. O uso de preservativos pode ajudar a diminuir a sensibilidade e algumas técnicas de controle não têm comprovação científica. Para quem quer prolongar a relação, a melhor opção é consultar um profissional de saúde, pois a combinação de terapia e medicamentos pode ser eficaz. O importante é que o tempo de ejaculação seja satisfatório para ambos os parceiros.
A masturbação antes da relação sexual é um tema que gera dúvidas entre muitos homens. A crença popular sugere que essa prática pode ajudar a retardar a ejaculação, mas Fernando Nestor Facio Jr., coordenador do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia, afirma que não há evidências científicas que sustentem essa ideia.
Facio explica que, embora a masturbação seja uma prática comum, sua eficácia em prolongar o tempo de relação é limitada. Ele recomenda, em vez disso, terapias comportamentais e o uso de medicamentos como alternativas mais eficazes. Entre as técnicas comportamentais, destacam-se o método “Star-Stop”, que envolve parar a estimulação antes do orgasmo, e o “Squeeze”, que consiste em pressionar o pênis para diminuir a vontade de ejacular.
Mitos e Verdades
Outros mitos comuns incluem a ideia de que pressionar o prepúcio ou estimular nervos no períneo pode ajudar a retardar a ejaculação. Facio desmistifica essa crença, afirmando que não há respaldo científico para tais práticas. A terapia cognitiva-comportamental é uma abordagem recomendada para aumentar o controle ejaculatório e reduzir a ansiedade relacionada ao desempenho sexual.
O uso de medicamentos, como os inibidores da Fosfodiesterase tipo 5, pode ser benéfico quando associado a antidepressivos. Esses medicamentos podem aumentar o tempo de latência ejaculatória, mas seu uso deve ser orientado por um profissional de saúde.
Alternativas e Recomendações
Facio também menciona que o uso de preservativos pode ajudar a reduzir a sensibilidade e, assim, auxiliar homens que enfrentam a ejaculação precoce. Além disso, algumas técnicas de controle, como exercícios do esfíncter, não têm comprovação científica de eficácia.
Para aqueles que buscam prolongar o tempo de relação, a melhor abordagem é procurar um profissional de saúde. A combinação de terapia comportamental e medicamentos pode ser uma solução eficaz para problemas relacionados à ejaculação. O especialista enfatiza que o tempo ideal para a ejaculação deve ser aquele que proporciona satisfação mútua entre os parceiros, sem imposições de tempo.
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